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Afuerita

Luanda

Lá Fora

Vinde a mim
Quando o medo invade o cheiro de jasmim
Caminha pela casa vestindo um cetim
Branco pra fingir que trouxe paz

Mas a memória não esquece
Sua imagem remete a um triste vazio
Forte dor de suar frio
Acostumei com a distância
Consternei em esperança
De te ter aqui
Demorei mas prossegui

E agora
Não vou permitir que volte
Pra me destruir
Lá fora
Jamais estarei sozinho

Mas a memória não esquece
Sua imagem remete a um triste vazio
Forte dor de suar frio
Acostumei com a distância
Consternei em esperança
De te ter aqui
Demorei mas prossegui

E agora (e agora)
Não vou permitir que volte
Pra me destruir
Lá fora (lá fora)
Jamais estarei sozinho (jamais estarei sozinho)

E agora
Não vou permitir que volte
Pra me destruir
Lá fora (lá fora)
Jamais estarei sozinho (jamais estarei sozinho)

Afuerita

Ven a mí
Cuando el miedo invade el olor a jazmín
Recorre la casa vistiendo un satén
Blanco para fingir que trajo paz

Pero la memoria no olvida
Tu imagen evoca un triste vacío
Fuerte dolor de sudar frío
Me acostumbré a la distancia
Consternado en esperanza
De tenerte aquí
Me tardé pero seguí

Y ahora
No permitiré que regreses
Para destruirme
Afuerita
Nunca estaré solo

Pero la memoria no olvida
Tu imagen evoca un triste vacío
Fuerte dolor de sudar frío
Me acostumbré a la distancia
Consternado en esperanza
De tenerte aquí
Me tardé pero seguí

Y ahora (y ahora)
No permitiré que regreses
Para destruirme
Afuerita (afuerita)
Nunca estaré solo (nunca estaré solo)

Y ahora
No permitiré que regreses
Para destruirme
Afuerita (afuerita)
Nunca estaré solo (nunca estaré solo)

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