Na Era das Máquinas
Na era das marcas
Sinto granadas de catarse comercial
Explodirem na minha cara
Dentro da minha sala
E vejo o senso comum
Rumo ao ponto final de uma linha de montagem
De adestramento animal
Dois sentimentos
O amor e o medo
Que juntos completos se transformam em inteiros
Na guerra das máquinas
Estes seres urbanos
Sempre se repetindo
Por debaixo dos panos
O homem transgênico
De emoção biônica
Quero ver ele comer
Um espaguete de linha telefônica
E os ponteiros do relógio
Que me viram do avesso e só tendem a me chicotar
Eu penso mas eu lembro
Dos botões que eu tenho que apertar
Não pense mais tanto assim
É o que o meu amor diz tanto pra mim
Para eu não ligar pra tanta amargura
Mas quando eu saio na rua
En la Era de las Máquinas
En la era de las marcas
Siento granadas de publicidad comercial
Explotar en mi cara
Dentro de mi sala
Y veo el sentido común
Dirigiéndose hacia el punto final de una línea de ensamblaje
De entrenamiento animal
Dos sentimientos
El amor y el miedo
Que juntos completos se convierten en enteros
En la guerra de las máquinas
Estos seres urbanos
Siempre repitiéndose
Por debajo de la mesa
El hombre transgénico
De emoción biónica
Quiero verlo comer
Un espagueti de línea telefónica
Y las manecillas del reloj
Que me ven del revés y solo tienden a azotarme
Pienso pero recuerdo
Los botones que debo presionar
No pienses tanto así
Es lo que mi amor me dice tanto a mí
Para que no me importe tanta amargura
Pero cuando salgo a la calle
Escrita por: Lucas Adon / Paulo Afonso Tchê