Névoa
Quantos bilhetes e copos vazios
Os olhos pregados na televisão
Sem som, sem imagem
Acendo um cigarro
Já passa das três
O sono não vem
Quantas risadas nos cantos dos quarto
O peso dos copos, as tábuas do chão
Lá fora o som de gotas esparsas
Ratos roendo, gatos gemendo
Mendigos tremendo
Mas eu não sei, não consigo imaginar
Atrás de qual névoa você foi se esconder
Em que rua de asfalto você foi morar
Tento ver, não consigo
Mas eu não sei, não consigo imaginar
Atrás de qual névoa você foi se esconder
Em que rua de asfalto você foi morar
Tento ver, não consigo
Mas eu não sei, não consigo imaginar
Atrás de qual névoa você foi se esconder
Em que rua de asfalto você foi morar
Tento ver, não consigo
Mas eu não sei, não consigo imaginar
Atrás de qual névoa você foi se esconder
Em que rua de asfalto você foi morar
Tento ver, não consigo
Neblina
Cuántas notas y vasos vacíos
Los ojos clavados en la televisión
Sin sonido, sin imagen
Enciendo un cigarrillo
Ya son más de las tres
El sueño no llega
Cuántas risas en las esquinas de la habitación
El peso de los vasos, las tablas del piso
Afueras el sonido de gotas dispersas
Ratas roen, gatos gimen
Mendigos tiemblan
Pero no sé, no puedo imaginar
Detrás de qué neblina te escondiste
En qué calle de asfalto te fuiste a vivir
Intento ver, no puedo
Pero no sé, no puedo imaginar
Detrás de qué neblina te escondiste
En qué calle de asfalto te fuiste a vivir
Intento ver, no puedo
Pero no sé, no puedo imaginar
Detrás de qué neblina te escondiste
En qué calle de asfalto te fuiste a vivir
Intento ver, no puedo
Pero no sé, no puedo imaginar
Detrás de qué neblina te escondiste
En qué calle de asfalto te fuiste a vivir
Intento ver, no puedo
Escrita por: Fernando Garcia / Luciano Bahia