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Mi Diosa

Lucy Of Chaos

Minha Deusa

Minha deusa que não existe mais
Morreu pelo que deixou pra trás
De jeito nenhum você é algum ser
Nunca existiu alguém como você

Seu sorriso de vidro se quebrou comigo
Por ser tão doce e frágil se quebrou
Os cacos no chão não me deixam vivo não
Pela perda de tempo de um coração

O pouco tempo que restou
Foi o tempo que levou
Pra se perder
E não se achar mais em você

Minha deusa que tanto sonhei
Acredito que ainda não te encontrei
Porque fui cegado pelo que me tornei
E agi com palavras que nunca falei

Se nós fomos felizes em suas mãos
Eu não estou mais entre nós
Eu não estou mais entre nós

Mas o conforto do seu abraço
Ainda me acalma
Enquanto os espinhos das rosas
Perfuram a minha alma

Para aqueles que se amam
O amanhã não existe
Desculpe-me, mas é sempre
O tempo que não resiste

Como poderei abraçar sem meus braços
Como poderei correr sem minhas pernas
Como poderei sentir sem meu coração
Como já morri, agora eu vago em vão

Minha deusa
Minha deusa
Minha deusa
Que não existe mais
Morreu pelo que deixou pra trás
Morreu pelo que deixou pra trás
Morreu pelo que deixou

Mi Diosa

Mi diosa que ya no existe
Murió por lo que dejó atrás
De ninguna manera eres algún ser
Nunca existió alguien como tú

Tu sonrisa de cristal se rompió conmigo
Por ser tan dulce y frágil se rompió
Los fragmentos en el suelo no me dejan vivo
Por la pérdida de tiempo de un corazón

El poco tiempo que quedó
Fue el tiempo que se llevó
Para perderse
Y no encontrarse más en ti

Mi diosa que tanto soñé
Creo que aún no te he encontrado
Porque fui cegado por lo que me convertí
Y actué con palabras que nunca dije

Si fuimos felices en tus manos
Ya no estoy entre nosotros
Ya no estoy entre nosotros

Pero el consuelo de tu abrazo
Todavía me calma
Mientras las espinas de las rosas
Perforan mi alma

Para aquellos que se aman
Mañana no existe
Disculpa, pero siempre es
El tiempo el que no resiste

¿Cómo podré abrazar sin mis brazos?
¿Cómo podré correr sin mis piernas?
¿Cómo podré sentir sin mi corazón?
Como ya morí, ahora vago en vano

Mi diosa
Mi diosa
Mi diosa
Que ya no existe
Murió por lo que dejó atrás
Murió por lo que dejó atrás
Murió por lo que dejó

Escrita por: Gustavo Kelvin