Meu Verso
O meu verso é de campeiro
Tem cantiga tradicional
O sabor do chimarrão
E o relincho do bagual
Sou xucro por natureza
Toco gaita da voz trocada
Nos fandangos do meu pago
Pra alegria da gauchada
Tenho comigo o campeirismo
Pois a gauchada desta terra
Não se rende ao modernismo
Conservando a nossa história
Comigo o xucrismo não morre
Mesmo com esta evolução
A nossa cultura permanece
Como exemplo de tradição
Meu verso tem cheiro de pasto
Tem a bandeira do meu rio grande
A força dos nossos ancestrais
Que defendo por onde eu ande
Tem o fogo velho campeiro
E o orgulho de farroupilha
Que lutou sempre por esta terra
Peleando em nossas coxilhas
Mi Verso
Mi verso es de gauchaje
Tiene canto tradicional
El sabor del mate amargo
Y el relincho del bagual
Soy rústico por naturaleza
Toco la gaita desafinada
En los bailes de mi pago
Para alegría de la gauchada
Tengo conmigo el gauchaje
Pues la gente de esta tierra
No se rinde al modernismo
Conservando nuestra historia
Conmigo el rusticismo no muere
A pesar de esta evolución
Nuestra cultura perdura
Como ejemplo de tradición
Mi verso huele a pasto
Lleva la bandera de mi Río Grande
La fuerza de nuestros ancestros
Que defiendo por donde vaya
Tiene el fuego viejo gauchesco
Y el orgullo de farroupilha
Que luchó siempre por esta tierra
Peleando en nuestras lomas
Escrita por: Ubiratan Guilherme, Luiz dos Reis