Floripa
Quem vive nessa ilha,
prende seu destino ao mar
Bem aqui onde a beleza
encontrou o seu lugar pra ficar
Quem atravessa a ponte
não tem pressa de ir embora
Todos cantam sua terra,
pois eu vou cantar a minha agora
Eu canto em minha música
vem das velas das canoas
Vem do brilho dos teus olhos
Refletido nas lagoas
Vem das bruxas benzedeiras
Dos mistérios da magia
Eu canto tua paz, eu canto tua luz,
tua alegria.
Eu canto em minha música vem das
conchas do teu mar
Dos homens puxando as redes
Do que eles têm prá contar.
Do vento que vem do sul, das marés,
da correnteza
Eu canto tua paz, eu canto tua luz,
tua beleza.
Pra Floripa eu vou voltar
Espera aí que eu to chegando,
to chegando já.
Pra Floripa eu vou voltar
Espera aí que eu to chegando,
to chegando , to chegando...
Floripa
Quien vive en esta isla,
ata su destino al mar
Justo aquí donde la belleza
encontró su lugar para quedarse
Quien cruza el puente
no tiene prisa por irse
Todos cantan su tierra,
pues yo voy a cantar la mía ahora
Canto en mi música
viene de las velas de las canoas
Viene del brillo de tus ojos
reflejado en las lagunas
Viene de las brujas curanderas
de los misterios de la magia
Canto tu paz, canto tu luz,
tu alegría
Canto en mi música viene de las
conchas de tu mar
De los hombres tirando las redes
de lo que tienen que contar
Del viento que viene del sur, de las mareas,
de la corriente
Canto tu paz, canto tu luz,
tu belleza
A Floripa voy a regresar
Espera ahí que ya estoy llegando,
ya estoy llegando
A Floripa voy a regresar
Espera ahí que ya estoy llegando,
ya estoy llegando, ya estoy llegando...