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Rehén

Luiza Carmo

Refem

Não significa nada quando você olha no escuro pra trás
É que minha cabeça fica louca imaginando tudo o que você faz
E ela vive sempre a pensar
Sentimento turvo, dá saudade do seu toque
E já vi, não dá

Me deixa te ver sem me apressar
Me deixa te ver, pra eu me aproximar
E não preciso de mais ninguém
Nesse caso eu já sou refém
Me deixa te ver sem me apressar

E pra onde você vai?
Ultimamente ando pensando em nós dois e em tudo o que nos faz
Hoje o relógio tá parado e sem poder voltar
E mesmo que sem dizer nunca mais
Não mais, não mais, não mais
Não mais

Me deixa te ver sem me apressar
Me deixa te ver, pra eu me aproximar
E não preciso de mais ninguém
Nesse caso eu já sou refém
Me deixa te ver sem me apressar

Rehén

No significa nada cuando miras hacia atrás en la oscuridad
Es que mi cabeza enloquece imaginando todo lo que haces
Y ella siempre está pensando
Sentimiento turbio, extraño tu contacto
Y ya vi, no va

Déjame verte sin apurarme
Déjame verte, para acercarme
Y no necesito a nadie más
En este caso ya soy un rehén
Déjame verte sin apurarme

¿Y a dónde vas?
Últimamente he estado pensando en nosotros dos y en todo lo que nos une
Hoy el reloj está detenido y no puede retroceder
Y aunque no lo diga nunca más
Nunca más, nunca más, nunca más

Déjame verte sin apurarme
Déjame verte, para acercarme
Y no necesito a nadie más
En este caso ya soy un rehén
Déjame verte sin apurarme

Escrita por: Luiza Carmo / 3L