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Tranquila (prod. O Adotado)

Lívia Cruz

Tranquila (prod. O Adotado)

Eu tava na minha, bem e bem de boa
Bem na moral sem nem lembrar de você
Se não fosse aquela mensagem, nem cogitaria ou suspeitaria
Que quando você desviava o olhar
Na real ce queria era mesmo me ver
Depois de tanto desviar, só faltou me atravessar
De tanto, mas tanto querer
E queria minha boca, minha poesia
Meu canto, minha boemia, era tanto
Nem a mãe de santo sabia ou podia prever
Queria o impossível, o improvável
Tão pouco crível, mas tão incrível
Era visível, amor, inflamável

Os nosso beijos tem sabor despedida
Cafe amargo, vanilla
Marcou meu corpo, manteve - se anônimo
Tipo ghost, do outro lado, de outra, de outra vida
Só meu ghost righter, ghostface killah
Ele tequila, eu camomila
Ele nunca foi são e eu tão pouco dalila

Minha melhor versão é com ele e sem saber dele eu não durmo tranquila

E foi num domingo como se nunca tivesse nem vindo
Dês de então não me deu prosa, nem promessa
Nem um encontro com pressa, vc nunca teve pressa
Dês de então não esqueço nenhuma conversa
Lembro de cada palavra, cada plano traçado
Por mais insano que fosse, mesmo que fosse pecado
Foda-se, eu pago!
Dês de então eu digito e apago
E do tanto que eu tento já devia ter esquecido seus afagos
Seu ego inflado, seu plano infalível
Devia ter esquecido, mas tá embaçado
Vc não sai da minha tl, ta sempre no mais recomendados
Trending topics e os caralho. Tá embaçado
E eu vivo me desdobrando em mil
Pra conseguir ficar sem te ver/falar com vc
Por que tem mil fitas, mil plays, mil likes
Mil compromissos, mil mensagens e mais de mil planos
Uns até que coerentes, outros nem tanto
Nenhum, nem nada, nem ninguém tão insano
Quanto essa minha vontade de ver e falar com vc
Só serve se for com vc. Sim, só voce

A minha melhor versão é com ele e sem saber dele eu não durmo tranqüila

Tranquila (prod. O Adotado)

Estaba en la mía, bien y bien tranquila
Muy en paz sin ni siquiera acordarme de ti
Si no fuera por ese mensaje, ni siquiera lo consideraría o sospecharía
Que cuando apartabas la mirada
En realidad lo que querías era verme
Después de tanto evitar, casi me atraviesas
De tanto, pero tanto deseo
Y querías mi boca, mi poesía
Mi canto, mi bohemia, era tanto
Ni la madre de santo sabía o podía prever
Querías lo imposible, lo improbable
Tan poco creíble, pero tan increíble
Era visible, amor, inflamable

Nuestros besos tienen sabor a despedida
Café amargo, vainilla
Marcó mi cuerpo, se mantuvo anónimo
Como un fantasma, del otro lado, de otra, de otra vida
Solo mi escritor fantasma, ghostface killah
Él tequila, yo manzanilla
Él nunca fue cuerdo y yo tan poco Dalila

Mi mejor versión es con él y sin saber de él no duermo tranquila

Y fue un domingo como si nunca hubiera venido
Desde entonces no hubo charla, ni promesas
Ni un encuentro apresurado, tú nunca tuviste prisa
Desde entonces no olvido ninguna conversación
Recuerdo cada palabra, cada plan trazado
Por más insano que fuera, incluso si era pecado
¡Al diablo, yo pago!
Desde entonces escribo y borro
Y con todo lo que intento ya debería haber olvidado tus caricias
Tu ego inflado, tu plan infalible
Debería haber olvidado, pero está complicado
No sales de mi timeline, siempre estás en los más recomendados
Temas de tendencia y demás mierdas. Está complicado
Y vivo desdoblándome en mil
Para poder estar sin verte/hablar contigo
Porque hay mil historias, mil reproducciones, mil likes
Mil compromisos, mil mensajes y más de mil planes
Algunos hasta coherentes, otros no tanto
Ninguno, nada, nadie tan insano
Como este deseo mío de verte y hablar contigo
Solo sirve si es contigo. Sí, solo tú

Mi mejor versión es con él y sin saber de él no duermo tranquila

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