Coco da Parafuzeta
Eu sou um cara
Se inteirando pelo mundo
Chega de bobo da corte
Basta de parangolés
Eu sou o tino
Do som que sai da grampôla
O canto da parafuzeta
Melodia de dez pés
Eu sou o toque do batuque de Naná
Sou a batuta no punho de Radamés
Sou os fieis da luta de conselheiro
Sou o pandeiro
Que a mão de Jacson tocou
Ê ê ê ê capoeira
Capoeira lá no pelô
Berimbau ecoou eu tô na dança
Olinda cadê meu carnaval
Alô mangroove, Rogê
Lula Queiroga, o Vei Mangaba
Jacinto cadê aquele coco
Que Mané mandou Murilo lhe encomendar
"Mané mandou, Maria, Mateu
Murilo mandou o meu martelo no mê-a-ma
Quando eu canto esse coco
A minha língua treme
Quem fizer outro coco em M
Eu amarro e mando matar..."
"Eu vou cantar um coco sincopado
É de banda, também de lado
Pra ver se a minha língua dar
A minha língua nesse coco não bambeia
Se esse coco é sincopado eu vou sincopar"
Coco de la Llave de Tuerca
Soy un tipo
Recorriendo el mundo
No más payaso de la corte
Basta de tonterías
Soy la astucia
Del sonido que sale del altavoz
El canto de la llave de tuerca
Melodía de diez pies
Soy el ritmo del tambor de Naná
Soy la batuta en la mano de Radamés
Soy los fieles de la lucha de conselheiro
Soy el pandero
Que la mano de Jacson tocó
Eh eh eh eh capoeira
Capoeira allá en el pelourinho
El berimbau resonó, estoy en la danza
Olinda, ¿dónde está mi carnaval?
Hola mangroove, Rogê
Lula Queiroga, el Vei Mangaba
Jacinto, ¿dónde está ese coco
Que Mané mandó a Murilo a encargarle?
"Mané mandó, María, Mateo
Murilo mandó mi martillo en el mê-a-ma
Cuando canto este coco
Mi lengua tiembla
Quien haga otro coco en M
Lo ato y mando matar..."
"Voy a cantar un coco sincopado
Es de banda, también de lado
Para ver si mi lengua aguanta
Mi lengua en este coco no vacila
Si este coco es sincopado, yo sincoparé