A Nihil
Oh... Minha doce Nihil
Aquela em que nos meus olhos
Refletia o deserto
Em minhas veias
Corria o teu sangue
Soprava o vento gelado
Perdido no meio do nada
Incerto período
As Bases geradas
E um amor metálico
Que não me valeu de nada
As ligações com o nada
Seu receptivo vazio
A melancolia do teu partir
E a tristeza de te deixar
Todas as suas paredes
Amadas como uma
A fonte do centro
A minha alma
Em meu orgulho
A certeza de teu futuro
Em tua eternidade de laços
Em teus braços maternos
Teus braços amantes
Tua musica suave
E a aurora ao entardecer
Tão estranhos teus prédios
E os teus castelos
Invadidos pelas águas
Un Nihil
Oh... Mi dulce Nihil
Aquella en la que en mis ojos
Reflejaba el desierto
En mis venas
Corría tu sangre
Soplaba el viento helado
Perdido en medio de la nada
Período incierto
Las bases generadas
Y un amor metálico
Que no me sirvió de nada
Las conexiones con la nada
Su receptivo vacío
La melancolía de tu partida
Y la tristeza de dejarte
Todas tus paredes
Amadas como una
La fuente del centro
Mi alma
En mi orgullo
La certeza de tu futuro
En tu eternidad de lazos
En tus brazos maternos
Tus brazos amantes
Tu música suave
Y la aurora al atardecer
Tan extraños tus edificios
Y tus castillos
Inundados por las aguas
Escrita por: Igo Carneiro