Mangabeira
Tragando sonhos, tragando versos
Do universo do reverso do meu ser
Percebi que o sol beijava o mar
E eu não beijava você
Vi uma estrela cair do teu olhar
E o azul do teu amor me conquistar
Perdidamente, perdido na sua mente
Não via se não você na minha frente
Espaço sideral da tua boca
Onde mora o Deus de quem ama
Brota chama louca, que nos tira a roupa
E num toque nos da prazer
Na fogueira a beira da Mangabeira
Como um anjo emanando encanto
Derramando o pranto da canção
Um brinde de dois corpos
Gambiarra de dois corpos
Ate que em fim é só meu teu coração
Hoje venho aqui e lhe peço bis
Por me ter feito o homem mais feliz
Do mundo não sei, universo talvez
Mas nunca vou esquecer daquela vez
Na fogueira a beira da mangabeira
Mangabeira
Tragando sueños, tragando versos
Del universo del reverso de mi ser
Me di cuenta de que el sol besaba el mar
Y yo no te besaba a ti
Vi una estrella caer de tu mirada
Y el azul de tu amor conquistarme
Perdidamente, perdido en tu mente
No veía más que a ti frente a mí
Espacio sideral de tu boca
Donde habita el Dios de quien ama
Brotan llamas locas, que nos quitan la ropa
Y con un toque nos da placer
En la fogata junto a la Mangabeira
Como un ángel emanando encanto
Derramando el llanto de la canción
Un brindis de dos cuerpos
Engarce de dos cuerpos
Hasta que al final, solo es mío tu corazón
Hoy vengo aquí y te pido bis
Por haberme hecho el hombre más feliz
Del mundo no sé, universo quizás
Pero nunca olvidaré aquella vez
En la fogata junto a la mangabeira
Escrita por: Xitão Moreira, Luiz Feijoli