395px

Mangabeira

Mangabeira

Mangabeira

Tragando sonhos, tragando versos
Do universo do reverso do meu ser
Percebi que o sol beijava o mar
E eu não beijava você
Vi uma estrela cair do teu olhar
E o azul do teu amor me conquistar
Perdidamente, perdido na sua mente
Não via se não você na minha frente
Espaço sideral da tua boca
Onde mora o Deus de quem ama
Brota chama louca, que nos tira a roupa
E num toque nos da prazer

Na fogueira a beira da Mangabeira

Como um anjo emanando encanto
Derramando o pranto da canção
Um brinde de dois corpos
Gambiarra de dois corpos
Ate que em fim é só meu teu coração
Hoje venho aqui e lhe peço bis
Por me ter feito o homem mais feliz
Do mundo não sei, universo talvez
Mas nunca vou esquecer daquela vez

Na fogueira a beira da mangabeira

Mangabeira

Tragando sueños, tragando versos
Del universo del reverso de mi ser
Me di cuenta de que el sol besaba el mar
Y yo no te besaba a ti
Vi una estrella caer de tu mirada
Y el azul de tu amor conquistarme
Perdidamente, perdido en tu mente
No veía más que a ti frente a mí
Espacio sideral de tu boca
Donde habita el Dios de quien ama
Brotan llamas locas, que nos quitan la ropa
Y con un toque nos da placer

En la fogata junto a la Mangabeira

Como un ángel emanando encanto
Derramando el llanto de la canción
Un brindis de dos cuerpos
Engarce de dos cuerpos
Hasta que al final, solo es mío tu corazón
Hoy vengo aquí y te pido bis
Por haberme hecho el hombre más feliz
Del mundo no sé, universo quizás
Pero nunca olvidaré aquella vez

En la fogata junto a la mangabeira

Escrita por: Xitão Moreira, Luiz Feijoli