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Cara a Cara

Manoelito Nunes e Nazaré

Frente a Frente

Voltei, aqui estou eu
Nem sei se esperava que eu fosse voltar
Acho que ainda nos resta
Ao menos a chance de dialogar

Sei que na hora da raiva
Cada um quer ser dono de toda a razão
A gente esquece que existe o perdão
Entende, mas faz que não quer entender

Que iremos sofrer muito mais
Do que já nos fizemos sofrer
Enquanto nenhum de nós dois
Der o braço a torcer

Vamos deixar de bobagem
Se a gente se ama
Vamos falar frente a frente
Sem ressentimentos

Somente nas horas felizes
Que junto passamos
Infelizmente esquecemos
Daqueles momentos

Não adianta dar contra
Do próprio destino
Que vem nos pôr frente a frente
Com a realidade

Se a gente insistir nesse erro
Por certo, querida
Iremos viver de orgulho
Ou morrer de saudade

Vamos deixar de bobagem
Se a gente se ama
Vamos falar frente a frente
Sem ressentimentos

Somente nas horas felizes
Que junto passamos
Infelizmente esquecemos
Daqueles momentos

Não adianta dar contra
Do próprio destino
Que vem nos pôr frente a frente
Com a realidade

Se a gente insistir nesse erro
Por certo, querida
Iremos viver de orgulho
Ou morrer de saudade

Cara a Cara

Regresé, aquí estoy
Ni siquiera sé si esperabas que volviera
Creo que todavía nos queda
Al menos la oportunidad de dialogar

Sé que en momentos de enojo
Cada uno quiere tener toda la razón
Olvidamos que existe el perdón
Entendemos, pero fingimos no querer entender

Que vamos a sufrir mucho más
De lo que ya nos hicimos sufrir
Mientras ninguno de los dos
Ceda

Dejemos de tonterías
Si nos amamos
Hablemos cara a cara
Sin rencores

Solo en los momentos felices
Que juntos pasamos
Lamentablemente olvidamos
Esos momentos

No sirve de nada luchar
Contra nuestro propio destino
Que nos pone cara a cara
Con la realidad

Si insistimos en este error
Seguramente, querida
Viviremos de orgullo
O moriremos de añoranza

Dejemos de tonterías
Si nos amamos
Hablemos cara a cara
Sin rencores

Solo en los momentos felices
Que juntos pasamos
Lamentablemente olvidamos
Esos momentos

No sirve de nada luchar
Contra nuestro propio destino
Que nos pone cara a cara
Con la realidad

Si insistimos en este error
Seguramente, querida
Viviremos de orgullo
O moriremos de añoranza

Escrita por: Manoelito Nunes, J. dos Santos