Preludio ao Fim
A dor cerrada entre dois mundos desiguais,
desfez o laço que tentamos tanto,
mas não foi capaz
Etre um muro e outro encontro-me só,
em meio a essas vozes que não vão se calar!
- Não vão se calar
A queda contra o chão,
o desespro que me trouxe aqui
No fundo, nesse abismo, sem volta,
posso entender, sem glória...
Minha decepção, o que aconteceu?
Foi fácil me comprar
com suas falsas promessas.
Desespero em vão, tudo se perdeu!
Algum dia vamos ver minha
angústia se espalhar?! Não!
Essa ilusão nos drestroi sem fim,
fé em nossos corpos destrói o que a mente diz.
Essa ilusão me manteve aqui,
sem dizer tudo aquilo que eu queria ouvir.
Olhar não é o bastante, agir não será a solução!
E então não compreendo o que é certo,
porque de certo mesmo existiu
apenas minha razão.
Não foi como sempre quis!
Será que certo é o que quero? Será?!
Tudo aquilo que você acreditou
ser verdade se desfez.
Desista!
Nã há saída, não há solução.
Tudo aquilo que você acreditou...
Persista!
Errando e persistindo no erro aprendi
que a maneira que tentei foi a unica correta!
O certo/errado não existiu
porque nunca aconteceu
Preludio al Fin
El dolor atrapado entre dos mundos desiguales,
desató el lazo que tanto intentamos,
pero no fue capaz.
Entre un muro y otro me encuentro solo,
en medio de esas voces que no se callarán.
- ¡No se callarán!
La caída contra el suelo,
la desesperación que me trajo hasta aquí.
En el fondo, en este abismo sin retorno,
puedo comprender, sin gloria...
¿Mi decepción, qué sucedió?
Fue fácil comprarme
con tus falsas promesas.
¡Desesperación en vano, todo se perdió!
¿Algún día veremos mi
angustia esparcirse? ¡No!
Esta ilusión nos destruye sin fin,
la fe en nuestros cuerpos destruye lo que la mente dice.
Esta ilusión me mantuvo aquí,
sin decir todo aquello que quería escuchar.
Mirar no es suficiente, ¡actuar no será la solución!
Y entonces no entiendo lo que es correcto,
pues de correcto realmente existió
solo mi razón.
¡No fue como siempre quise!
¿Será que lo correcto es lo que quiero? ¡¿Será?!
Todo aquello en lo que creíste
como verdad se deshizo.
¡Ríndete!
No hay salida, no hay solución.
Todo aquello en lo que creíste...
¡Persiste!
Errando y persistiendo en el error aprendí
que la manera en que intenté fue la única correcta.
Lo correcto/incorrecto no existió
pues nunca sucedió
Escrita por: Beto / César / Felipe / Leo / Meduza