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Arrullo

Mara Dalila

Acalanto

Quando dos meus olhos caem a última lagrima.
E o desespero envolve todo o meu ser.
Espinhos ferem a minha carne.
Feridas são abertas que quase tocam a minha alma.
Mas é nesse momento é que eu te peço.
Senhor recolhe a minha lágrima em teu odre.
E deste amor maravilhoso que eu já posso sentir em meu ser.
Sinto paz, que vem de ti e invade o meu coração.
Ah! meu libertador muito obrigado, porque tu recebes a minha lágrima e acalentas a minha dor.

A minha vida eu entreguei em tuas mãos.
E os meus caminhos por teu caminho um dia chegarão.
Segure a minha mão nas tuas mãos, acalentas minha alma.
Pois tua presença me envolve e me acalma.
Tua presença em minha vida agora tem lugar.
Pois tu provaste o grande amor que existe em teu olhar.

Não vivo mais eu, mas o meu cristo é que vive em mim.

Ah! meu libertador és o meu grande amor, que grande paz.

Que grande paz!

Arrullo

Cuando de mis ojos cae la última lágrima.
Y el desespero envuelve todo mi ser.
Espinas hieren mi carne.
Heridas se abren que casi tocan mi alma.
Pero es en este momento que te pido.
Señor, recoge mi lágrima en tu odre.
Y de este amor maravilloso que ya puedo sentir en mi ser.
Siento paz, que viene de ti e invade mi corazón.
¡Ah! mi libertador, muchas gracias, porque recibes mi lágrima y calmas mi dolor.

Mi vida la he entregado en tus manos.
Y mis caminos por tu camino algún día llegarán.
Sostén mi mano en las tuyas, calma mi alma.
Porque tu presencia me envuelve y me tranquiliza.
Tu presencia en mi vida ahora tiene lugar.
Pues has probado el gran amor que existe en tu mirada.

Ya no vivo yo, sino que mi cristo es quien vive en mí.

¡Ah! mi libertador, eres mi gran amor, qué gran paz.

¡Qué gran paz!

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