Seu Doutor e o Zé Ninguém
Seu Doutor me dê licença
Eu queria prosear
Dizer pra vossa incelência
Porque vivo a lamentar
Onde Moro falta água
Até o gado morreu
Lá não tem se quer escola
Mas o sinhô prometeu
Seu Doutor o Nordeste anda tão mal
Mas pelo jeito vormecê vai muito bém
Que milagre aparecer poraqui
Lembra de mim o meu nome é Zé Ninguém
Seu Doutor me diga por caridade
Porque há desigualdade castigando poraqui
Se o nordestino é brasileiro e não se inlude
No hospital vejo a saúde entrando na UTI
Seu Doutor,eu tenho uma solução
Mas quem sou eu (Refrão)
Um simples Brasileiro
Que comprou um candinheiro com medo do apagão(Bis)
Quantos Bin Laden existen lá no Planalto
Em toda esquina tem assalto
É o retrato do Brasil
A impunidade é prima da corrupção
Estão matando o cidadão
È mais uma guerra civil
Está chegando mais uma copa do mundo
Vejo Zé,vejo Raymundo
Pessando que tão Feliz
È emoção quando o Brasil marca um gol
A gente esquece o que passou
E nos tornamos infantís
(Refrão)
Seu Doutor eu ligo a televisão
Procurando a solução
E ninguém pensa em resolver
Eu ví uma coisa que abalou minha alma
crianças comendo palma
Pois não tinha o que comer
Seu Doutor dê enprego ao nosso povo
E invente um plano novo
Como disse Gonzagão
Só assim eu volto a fazer besteira
Levanto sua bandeira
E gito viva esta nação
(Refrão).
Su Excelencia y el Juan Nadie
Su Excelencia, permítame
Quería charlar
Decirle a su excelencia
Por qué vivo lamentando
Donde vivo falta agua
Hasta el ganado murió
Allí ni siquiera hay escuela
Pero el señor prometió
Su Excelencia, el Noreste está tan mal
Pero por lo visto usted va muy bien
Qué milagro aparecer por aquí
Recuerde mi nombre, soy Juan Nadie
Su Excelencia, por caridad, dígame
¿Por qué hay tanta desigualdad castigando por aquí?
Si el nordestino es brasileño y no se incluye
En el hospital veo la salud entrando en la UTI
Su Excelencia, tengo una solución
Pero ¿quién soy yo? (Estribillo)
Un simple brasileño
Que compró una linterna con miedo al apagón
Cuántos Bin Laden existen allá en el Planalto
En cada esquina hay asalto
Es el retrato de Brasil
La impunidad es prima de la corrupción
Están matando al ciudadano
Es otra guerra civil
Se acerca otra copa del mundo
Veo a Juan, veo a Raymundo
Pensando que están felices
Es emoción cuando Brasil marca un gol
Olvidamos lo pasado
Y nos volvemos infantiles
(Estribillo)
Su Excelencia, enciendo la televisión
Buscando la solución
Y nadie piensa en resolver
Vi algo que sacudió mi alma
Niños comiendo palma
Porque no tenían qué comer
Su Excelencia, dé empleo a nuestro pueblo
E invente un plan nuevo
Como dijo Gonzagão
Solo así volveré a hacer tonterías
Levanto su bandera
Y grito ¡viva esta nación!
(Estribillo)