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No confies ni siquiera a las paredes

Marco Paulo

Nem às paredes confesso

Não queiras gostar de mim
Sem que eu te peça,
Nem me dês nada que ao fim
Eu não mereça
Vê se me deitas depois
Culpas no rosto
Eu sou sincera
Porque não quero
Dar-te um desgosto

[refrão:]
De quem eu gosto
nem às paredes confesso
E nem aposto
Que não gosto de ninguém
Podes rogar
Podes chorar
Podes sorrir também
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso.

Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero
Quem sabe até se é por ti
que eu tanto espero.
Se gosto ou não afinal
Isso é comigo,
Mesmo que penses
Que me convences
Nada te digo.

No confies ni siquiera a las paredes

No intentes gustarme
Sin que yo te lo pida,
Ni me des nada que al final
No merezca
Fíjate si luego
Me echas la culpa en la cara
Soy sincera
Porque no quiero
Darte un disgusto

[estribillo:]
A quien me gusta
No confío ni siquiera a las paredes
Y no apuesto
Que no me gusta nadie
Puedes rogar
Puedes llorar
Puedes sonreír también
A quien me gusta
No confío ni siquiera a las paredes.

Quién sabe si te olvidé
O si te quiero
Quién sabe incluso si es por ti
Que tanto espero
Si me gusta o no al final
Eso es conmigo
Aunque pienses
Que me convences
Nada te digo.

Escrita por: Arthur Ribeiro / Ferrer Trindade / Maximiano De Sousa