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Apenas Un Juguete

Marco Polo e Marajó

Apenas Um Brinquedo

Eu sei que eu sou
Em sua vida apenas um brinquedo
Manuseado facilmente por seus dedos
Um sonhador que só viveu de ilusão

Apenas fui
Um objeto que se usa e joga fora
Um trapo velho que hoje você ignora
Mas que no frio te aqueceu na solidão

Hoje você passou por mim
Fingiu que não me conheceu
Sou aquele brinquedo velho
Que você esqueceu

Você não pode tratar assim
Alguém que enfim te perdeu
Ninguém te amou tanto na vida
Assim como eu

Apenas fui
Um objeto que se usa e joga fora
Um trapo velho que hoje você ignora
Mas que no frio te aqueceu na solidão

Hoje você passou por mim
Fingiu que não me conheceu
Sou aquele brinquedo velho
Que você esqueceu

Você não pode tratar assim
Alguém que enfim te perdeu
Ninguém te amou tanto na vida
Assim como eu

Apenas Un Juguete

Yo sé que soy
En tu vida apenas un juguete
Manipulado fácilmente por tus dedos
Un soñador que solo vivió de ilusión

Solo fui
Un objeto que se usa y se desecha
Un trapo viejo que hoy ignoras
Pero que en el frío te calentó en la soledad

Hoy pasaste por mí
Fingiste no conocerme
Soy ese juguete viejo
Que olvidaste

No puedes tratarme así
Alguien que finalmente te perdió
Nadie te amó tanto en la vida
Como yo

Solo fui
Un objeto que se usa y se desecha
Un trapo viejo que hoy ignoras
Pero que en el frío te calentó en la soledad

Hoy pasaste por mí
Fingiste no conocerme
Soy ese juguete viejo
Que olvidaste

No puedes tratarme así
Alguien que finalmente te perdió
Nadie te amó tanto en la vida
Como yo

Escrita por: Nildomar Dantas