Babel
Em mecanismos, na ignorância
Vagando em círculos sem direção
Em queda livre, na intolerância
Quebrando vínculos, repetindo um jargão
O que possuem não é o bastante
Se queixam sempre em rebelião
Não acreditam em sua bondade
Estão pondo à prova a paciência de Deus
Coloquem degraus
Pedra sobre pedra
Subam até o topo
E tudo será derrubado
Alcancem o céu
Toquem o divino
Zombem do que é altíssimo
E tudo será arruinado
Sacrifício de tolo
Babel
O seu orgulho é o que garante
E a arrogância não deixa ver
Que é impossível, com suas obras
Criar escadas e voltar para Deus
Se esqueceram que estão diante
Dos olhos que jamais dormitam
É certo eu sei, não fica impune
Eis a sentença: Palavra de confusão
Coloquem degraus
Pedra sobre pedra
Subam até o topo
E tudo será derrubado
Alcancem o céu
Toquem o divino
Zombem do que é altíssimo
E tudo será arruinado
Sacrifício de tolo
Babel
Vamos! Diz o tolo
Ele já nos esqueceu, muito tempo que esqueceu
Vamos, como um tolo
Construindo, a escada cedeu
Construa o que já cedeu
Vamos! Sejam tolos!
Uma torre
Nosso braço
Nessa terra
Nosso nome
Babel
En mecanismos, en la ignorancia
Vagando en círculos sin dirección
En caída libre, en la intolerancia
Rompiendo vínculos, repitiendo un cliché
Lo que poseen no es suficiente
Siempre se quejan en rebelión
No creen en su bondad
Están poniendo a prueba la paciencia de Dios
Pongan escalones
Piedra sobre piedra
Suban hasta la cima
Y todo será derribado
Alcancen el cielo
Toquen lo divino
Burlen lo más alto
Y todo será arruinado
Sacrificio de necios
Babel
Su orgullo es lo que garantiza
Y la arrogancia no deja ver
Que es imposible, con sus obras
Crear escaleras y regresar a Dios
Olvidaron que están frente
A los ojos que nunca duermen
Es cierto, lo sé, no queda impune
He aquí la sentencia: Palabra de confusión
Pongan escalones
Piedra sobre piedra
Suban hasta la cima
Y todo será derribado
Alcancen el cielo
Toquen lo divino
Burlen lo más alto
Y todo será arruinado
Sacrificio de necios
Babel
¡Vamos! Dice el necio
Él ya nos olvidó, hace mucho que nos olvidó
Vamos, como necios
Construyendo, la escalera cedió
Construyan lo que ya cedió
¡Vamos! ¡Sean necios!
Una torre
Nuestro brazo
En esta tierra
Nuestro nombre
Escrita por: Marco Telles