Quantas Vezes Você Me Viu?
Quantas vezes você me viu chorar?
Secou-me as lágrimas para me ajudar?
Quantas vezes você me viu perder
Deu-me as mãos e foi comigo até vencer?
A vida é mesmo assim
Caminhamos sozinhos pela estrada da solidão
A vida é mesmo assim
Amor é como sol no verão
Quantas vezes você me viu crescer
Desde a semente até a árvore florescer?
Quantas vezes você me viu cantar?
Cantou comigo a canção do nosso amor?
A vida é mesmo assim
Caminhamos sozinhos pela estrada da solidão
A vida é mesmo assim
Amor é como sol no verão
Quantas vezes você veio onde eu estava?
Me fazia sorrir quando eu chorava?
Quantas vezes você me abraçou
Enquanto meu sonho não se realizava?
A vida é mesmo assim
Temos tudo mas não temos nada
A vida é mesmo assim
Nada recebia do que tanto dava
Quantas vezes você me viu?
Quantas vezes você veio até a mim?
Quantas vezes você era tudo que eu tinha
Quando sozinho eu me sentia?
A vida é mesmo assim
Temos tudo mas não temos nada
A vida é mesmo assim
Nada recebia do que tanto dava
¿Cuántas veces me has visto?
¿Cuántas veces me has visto llorar?
Secaste mis lágrimas para ayudarme?
¿Cuántas veces me has visto perder?
Me diste la mano y estuviste conmigo hasta vencer?
La vida es así
Caminamos solos por el camino de la soledad
La vida es así
El amor es como el sol en verano
¿Cuántas veces me has visto crecer?
Desde la semilla hasta que el árbol florece?
¿Cuántas veces me has visto cantar?
¿Cantaste conmigo la canción de nuestro amor?
La vida es así
Caminamos solos por el camino de la soledad
La vida es así
El amor es como el sol en verano
¿Cuántas veces viniste donde yo estaba?
¿Me hiciste sonreír cuando lloraba?
¿Cuántas veces me abrazaste?
Mientras mi sueño no se realizaba?
La vida es así
Tenemos todo pero no tenemos nada
La vida es así
Nada recibía de lo que tanto daba
¿Cuántas veces me has visto?
¿Cuántas veces viniste a mí?
¿Cuántas veces eras todo lo que tenía?
¿Cuando me sentía solo?
La vida es así
Tenemos todo pero no tenemos nada
La vida es así
Nada recibía de lo que tanto daba
Escrita por: Marcos Ferreira Caco Poeta