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18 Años

Marcos Paulo e Marcelo

18 Anos

Vai, se o meu cheiro te incomoda, agora vai
Chegou o fim da nossa história, agora sai
Mas não esqueça de jogar a chave fora
Depois que for embora

Sei, não tenho mais dezoito anos, isso eu sei
Se o príncipe perdeu o encanto, veja bem
Depois não vem bater de novo em minha porta

Estou sofrendo e não nego
Eu envergo, mas não quebro
Tá doendo, mas eu vou sobreviver

Eu só quero que não quebre a cara
Numa dessas madrugadas
Não me ligue pra dizer

Que sentiu saudade do mel do meu beijo
Vai ficar na vontade sozinha, no gelo
Que perdeu o sono buscando meu corpo
Queimando feito fogo, fogo, fogo

Nem vá ao telefone pedir por socorro
Pode gritar meu nome chorando de novo
Nessa hora eu vou dizer
Não sou mais de você

Estou sofrendo e não nego
Eu envergo, mas não quebro
Tá doendo, mas eu vou sobreviver

Eu só quero que não quebre a cara
Numa dessas madrugadas
Não me ligue pra dizer

Que sentiu saudade do mel do meu beijo
Vai ficar na vontade sozinha, no gelo
Que perdeu o sono buscando meu corpo
Queimando feito fogo, fogo, fogo

Nem vá ao telefone pedir por socorro
Pode gritar meu nome chorando de novo
Nessa hora eu vou dizer
Não sou mais de você

18 Años

Ve, si mi olor te molesta, ahora vete
Llegó el fin de nuestra historia, ahora sal
Pero no olvides tirar la llave
Después de que te vayas

Sé, no tengo más de dieciocho años, eso lo sé
Si el príncipe perdió su encanto, mira bien
Después no vengas a golpear de nuevo mi puerta

Estoy sufriendo y no lo niego
Me doblo, pero no me quiebro
Está doliendo, pero voy a sobrevivir

Solo quiero que no te rompas la cara
En una de esas madrugadas
No me llames para decir

Que extrañaste la miel de mi beso
Vas a quedarte con las ganas sola, en el hielo
Que perdiste el sueño buscando mi cuerpo
Ardiendo como fuego, fuego, fuego

Ni se te ocurra llamar pidiendo ayuda
Puedes gritar mi nombre llorando de nuevo
En ese momento voy a decir
Ya no soy más de ti

Estoy sufriendo y no lo niego
Me doblo, pero no me quiebro
Está doliendo, pero voy a sobrevivir

Solo quiero que no te rompas la cara
En una de esas madrugadas
No me llames para decir

Que extrañaste la miel de mi beso
Vas a quedarte con las ganas sola, en el hielo
Que perdiste el sueño buscando mi cuerpo
Ardiendo como fuego, fuego, fuego

Ni se te ocurra llamar pidiendo ayuda
Puedes gritar mi nombre llorando de nuevo
En ese momento voy a decir
Ya no soy más de ti

Escrita por: Marcos Antonio Ferreira Soares / Sivaldo Pereira Dias