Árida
Minha rosa nasce
No chão árido, na areia
E brota folhas secas
Folhas secas
Meu quintal é de ouro branco
Numa terra que incendeia
Até a brisa matinal (a brisa matinal)
E eu sou só
E expulsei mil demônios do meu jardim
Em uma tarde de primavera
De um dia que eu nem senti
E expulsei mil demônios do meu jardim
Em uma tarde de primavera
De um dia que eu nem senti partir
O brilho dos seus olhos
Se apagou de repente
E derramei meu pranto (derramei meu pranto)
Dedilhei minha viola,
Acelerei meu coração
Cheguei ao céu na última oração
Na última oração,
Cheguei ao céu
E expulsei mil demônios do meu jardim
Ao ouvirem o som que mandei
Meu maracatu celestial
E expulsei mil demônios do meu jardim
Ao ouvirem o som que mandei
Meu maracatu celestial
Árida
Mi rosa nace
En el suelo árido, en la arena
Y brotan hojas secas
Hojas secas
Mi patio es de oro blanco
En una tierra que arde
Hasta la brisa matutina (la brisa matutina)
Y yo estoy solo
Y expulsé mil demonios de mi jardín
En una tarde de primavera
De un día que ni siquiera sentí
Y expulsé mil demonios de mi jardín
En una tarde de primavera
De un día que ni siquiera sentí partir
El brillo de tus ojos
Se apagó de repente
Y derramé mi llanto (derramé mi llanto)
Tocaba mi guitarra,
Aceleraba mi corazón
Llegué al cielo en la última oración
En la última oración,
Llegué al cielo
Y expulsé mil demonios de mi jardín
Al escuchar el sonido que envié
Mi maracatú celestial
Y expulsé mil demonios de mi jardín
Al escuchar el sonido que envié
Mi maracatú celestial
Escrita por: Marih Oliveira