Mulata Faceira
Mulata faceira
Cheia de empolgação
Parecia uma feiticeira
Que andava no meu barracão
Mulata faceira(ô mulata)
Cheia de empolgação
Se banhava na cachoeirinha
E morava no meu barracão
Com ela muito dancei
Carnavais brinquei
E dos seus carinhos desfrutei
Sempre precisava de aconchego
Me chamava de meu nego
Fazia tudo para me agradar
Eu sempre gostei do teu chamego
E abusei do gosto de amar
Mas por coisas banais
A mulata brigava demais(bis)
Um dia eu vacilei
Ela também vacilou
Vacilou eu castiguei
Tudo se acabou
Se acabou sem chegar ao fim
Camarada Almir Guinéto
Acha essa nega pra mim
Se acabou sem chegar ao fim
Me chamo Martinha da Vila
E ela me chama de Martin
Se acabou....
Se essa nega não lhe serve
Deixa essa nega pra mim
Se acabou...
Gosta muito do meu samba
Toca no meu tamborim
Se acabou...
A cocada da nega é gostosa
E o pé de moleque tem amendoim
Se acabou...
Era a flor mais perfumada
Que vivia em seu jardim
Mulata Coqueta
Mulata coqueta
Llena de entusiasmo
Parecía una hechicera
Que caminaba por mi barracón
Mulata coqueta (oh mulata)
Llena de entusiasmo
Se bañaba en la cascada
Y vivía en mi barracón
Con ella bailé mucho
Carnavales jugué
Y disfruté de sus cariños
Siempre necesitaba cariño
Me llamaba 'mi negro'
Hacía todo para complacerme
Siempre me gustó tu cariño
Y abusé del gusto de amar
Pero por cosas triviales
La mulata peleaba mucho (bis)
Un día vacilé
Ella también vaciló
Vacilé, la castigué
Todo se acabó
Se acabó sin llegar al final
Compañero Almir Guinéto
Encuentra a esta negra para mí
Se acabó sin llegar al final
Me llamo Martinha da Vila
Y ella me llama Martin
Se acabó...
Si esta negra no te sirve
Déjame esta negra a mí
Se acabó...
Le gusta mucho mi samba
Toca en mi tamboril
Se acabó...
El cocada de la negra es deliciosa
Y el pé de moleque tiene maní
Se acabó...
Era la flor más perfumada
Que vivía en su jardín
Escrita por: Almir Guineto / Martinho da Vila