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Rosas para Nadie

Mascara de Ferro

Rosas para Ninguém

Um homem foi pra guerra, a jovem dama espera, espera
Muitos voltaram vivos, outros deixaram a face da terra
Isabel está viúva, quem se oferece a domar sua fúria

Uma jovem tão rica, tinha beleza da rosa mais linda
Dois cavaleiros nobres se encantaram pela pobre vítima
Se mataram em duelo, nobre Isabel solidão é seu teto

Está tão claro pra mim, sua loucura foi seu próprio fim

Isabel está maluca, sai do castelo nas noites escuras
Leva uma rosa para seus homens lá embaixo, nas tumbas
Chora pelo caminho, agora sua vida é um monte de espinhos

Ó Isabel, tão amargo é o teu semblante
Padece imóvel ao lado de seus amantes
E de você, guerreiro, só restou a carcaça
Uma vaga presença que assola o porão das casas
Volte para sua torre... Para não se perder
Pode ficar com ela... Só pra você

De vocês cavaleiros mortos pela ambição
Só restou a herança da vingança em outra encarnação
Ah, nos veremos de novo
Esta não foi a última guerra, quantas ainda virão?
Ó Isabel, pra sempre irá levar... Rosas para ninguém

Rosas para Nadie

Un hombre fue a la guerra, la joven dama espera, espera
Muchos regresaron vivos, otros dejaron la faz de la tierra
Isabel está viuda, ¿quién se ofrece a domar su furia?

Una joven tan rica, tenía la belleza de la rosa más hermosa
Dos caballeros nobles se encantaron por la pobre víctima
Se mataron en duelo, noble Isabel, la soledad es su techo

Está tan claro para mí, su locura fue su propio fin

Isabel está loca, sale del castillo en las noches oscuras
Lleva una rosa para sus hombres abajo, en las tumbas
Llora por el camino, ahora su vida es un montón de espinas

Oh Isabel, tan amargo es tu semblante
Padece inmóvil al lado de sus amantes
Y de ti, guerrero, solo quedó la carcasa
Una vaga presencia que asola el sótano de las casas
Vuelve a tu torre... Para no perderte
Puedes quedarte con ella... Solo para ti

De ustedes caballeros muertos por la ambición
Solo quedó la herencia de la venganza en otra encarnación
Ah, nos veremos de nuevo
Esta no fue la última guerra, ¿cuántas más vendrán?
Oh Isabel, llevarás para siempre... Rosas para nadie

Escrita por: Joe Marcos / Tito Livio