395px

Era

Massacre Em Alphaville

Era

Não
Não há nada de novo,
Não há ma gota de glória ou um direito do povo

Não pintaremos esperança
Afogaremos nossa lástima
Em goles de vingança

Sob um Sol que ilumina a desgraça
Sem mutações
Ilumina a humanidade real
Sem criações
Aquece a grandeza da vida
E relembra a verdade esquecida

Os gramados exibem
Moribundas visões
De tantas religiões

Escondem, porém
Uma pré-história sensitiva
E simples coisas vividas

Denotam o ápice da vaidade,
Uma era de podres planos
Remontando um cotidiano
Cheio de meias-verdades

Sob um Sol que ilumina a desgraça
Sem criações
Ilumina a humanidade real
Sem mutações
Aquece a grandeza da vida
E relembra a eternidade jazida

Os muros de concreto nunca hão de cair
Não passará luz a uma nova era
Depois dessa perecer
Os escravos do incerto estão aqui
Passando à velocidade,
Deixando o existir

Era

No
No hay nada nuevo,
No hay ni una gota de gloria o un derecho del pueblo

No pintaremos esperanza
Ahogaremos nuestra lástima
En sorbos de venganza

Bajo un Sol que ilumina la desgracia
Sin mutaciones
Ilumina la humanidad real
Sin creaciones
Calienta la grandeza de la vida
Y recuerda la verdad olvidada

Los campos muestran
Visiones moribundas
De tantas religiones

Sin embargo, esconden
Una prehistoria sensitiva
Y simples cosas vividas

Denotan el apogeo de la vanidad,
Una era de planes podridos
Remontando un cotidiano
Lleno de medias verdades

Bajo un Sol que ilumina la desgracia
Sin creaciones
Ilumina la humanidad real
Sin mutaciones
Calienta la grandeza de la vida
Y recuerda la eternidad yacente

Los muros de concreto nunca caerán
No llegará la luz a una nueva era
Después de esta perecer
Los esclavos de lo incierto están aquí
Pasando a la velocidad,
Dejando el existir

Escrita por: