50 Conto
Cinquenta conto na capital dá pra nada não
Nois chega na feira mal da pra comprar o arroz e o feijão
Mas lá em Pompeu eu vou te contar como é que é
Com a onça pintada, só não pinta quem não quer
Lá em BH sai com a mulher com cinquenta reais
Ela esperneou, ela reclamou e já não sai mais
Com ela eu fui pro buteco, só deu pra pinga e pra nada mais
O jeito agora é ir pro interior de Minas Gerais
Cheguei lá em Pompéu e larguei da interesseira
Eu gosto mesmo é de mulher com pé na poeira
Mas que troca boa, do inferno eu fui pro céu
Com cinquenta agora eu bebo cachaça e vou pro motel
50 Cuento corto
Cincuenta cuentos en la capital no dan nada
Nois llega a la feria apenas para comprar arroz y frijoles
Pero allí en Pompeyo te diré cómo es
Con el jaguar pintado, no pintas a los que no quieren
Allí en BH, sale con la mujer con cincuenta reales
Esperó, se quejó y ya no se va
Con ella fui al buteco, lo dejé caer y nada más
El camino ahora es ir al interior de Minas Gerais
Llegué allí en Pompeu y dejé el interés
Me gusta mucho que sea una mujer de pie en el polvo
Pero qué buen intercambio, desde el infierno fui al Cielo
Con cincuenta ahora bebo cachaça y voy al motel
Escrita por: Matheus Lacerda / Ricardo Valadares