1968 (Nenhuma Tarde Ruim)
Como num segundo
Tudo muda de gosto
E de repente vejo uma só cor
O inesperado
Rouba meu tempo
De entender o que faço e desafio a dor
Pra onde vou eu não sei
Só sei que a sensatez
Não faz parte do meu plano
Não há fuga nem pretexto
Dicionário ou apelo
E não há nenhuma tarde ruim
Pra onde vou eu não sei
Só sei que a sensatez
Não faz parte do meu plano
É quando não há sentido
É quando não há coerência
É quando nada está sob controle
Renasço a cada instante
Aprendo tudo de novo
E volto pro antes
Sem discurso nem hora certa
De entrar em cena
Improviso um instante
Presa no impulso
Agora ando livre
1968 (Ninguna Tarde Mala)
Como en un segundo
Todo cambia de sabor
Y de repente veo un solo color
Lo inesperado
Roba mi tiempo
Para entender lo que hago y desafío al dolor
A dónde voy no lo sé
Solo sé que la sensatez
No forma parte de mi plan
No hay escape ni excusa
Diccionario o súplica
Y no hay ninguna tarde mala
A dónde voy no lo sé
Solo sé que la sensatez
No forma parte de mi plan
Es cuando no hay sentido
Es cuando no hay coherencia
Es cuando nada está bajo control
Renazco en cada instante
Aprendo todo de nuevo
Y vuelvo al pasado
Sin discurso ni hora exacta
Para entrar en escena
Improviso un instante
Preso en el impulso
Ahora camino libre
Escrita por: Leo Abreu / Mariana Diniz