Aos Trabalhadores do Evangelho - Cruz e Souza
Há uma falange de trabalhadores
Espalhada nas sendas do infinito
Desde as sombras do mundo amargo e aflito
Aos espaços de eternos resplendores
É a caravana de batalhadores
Que, no esforço do amor puro e bendito
Rompe algemas de trevas e granito
Aliviando os seres sofredores
Vós que sois, sobre a terra, os companheiros
Dessa falange lúcida de obreiros
Guardai-lhe a sacrossanta claridade
Não vos importe o espinho ingrato e acerbo
Na palavra e nos atos, sede o verbo
De afirmações da luz e da verdade
A los Trabajadores del Evangelio - Cruz e Souza
Hay una hueste de trabajadores
Esparcida en los caminos del infinito
Desde las sombras del mundo amargo y afligido
A los espacios de eternos resplandores
Es la caravana de luchadores
Que, en el esfuerzo del amor puro y bendito
Rompe cadenas de tinieblas y granito
Aliviando a los seres sufrientes
Ustedes que son, sobre la tierra, los compañeros
De esta hueste lúcida de obreros
Guarden su sagrada claridad
No les importe la espina ingrata y amarga
En la palabra y en los actos, sean el verbo
De afirmaciones de luz y verdad
Escrita por: Mauricio Gringo