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Aos Tristes - Cruz e Souza (Espírito)

Maurício Gringo

Aos Tristes - Cruz e Souza (Espírito)

Alma triste e infeliz que se tortura
No tormento que punge e dilacera
Para quem nunca trouxe a Primavera
Dos seus pomos dourados de ventura

Sou teu irmão, e intrépido quisera
Trazer-te a luz que esplende pela Altura
Afastando essa dor que te amargura
Nas ansiedades de uma longa espera

Mas há quem guarde as gotas do teu pranto
No tesouro sublime e sacrossanto
Dos arcanos de luz da Divindade!

Há quem te faça ver as cores do íris
Da fagueira esperança, até partires
Nas asas brancas da Felicidade

Aos Tristes - Cruz e Souza (Espírito)

Alma triste e desdichada que se atormenta
En el tormento que punza y desgarra
Para aquellos que nunca trajeron la Primavera
De sus frutos dorados de ventura

Soy tu hermano, e intrépido quisiera
Traerte la luz que resplandece por la Altura
Alejando ese dolor que te amarga
En las ansiedades de una larga espera

Pero hay quien guarda las lágrimas de tu llanto
En el tesoro sublime y sacrosanto
De los arcanos de luz de la Divinidad!

Hay quien te hace ver los colores del iris
De la alegre esperanza, hasta partir
En las alas blancas de la Felicidad

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