Amizade Singela
Cá à tarde me consome a dor
Já não ardes no meu peito, Amor
Sei o porquê de todo este temor
A me guiar enquanto daqui não for
Cá sentado ante ao entardecer
Só me agrada o que não posso ver
Sei que hei de então permanecer
Ao teu lado, amigo, até morrer
Cá defronte à imensidão chorei
Pelos passos que eu nunca dei
E cá perdido entre meus passos sei
Que feliz eu nunca mais serei
Diz-me então, por que eu vivo, diz?
Por que sofro, diz-me o que eu fiz
Por que bate ainda o coração
Lacerado pela solidão
Sei, porém, quando então partir
Outro amor, eu sei, tu hás de ter
Outras mãos em ti tu vais sentir
E em tuas cordas eu sempre vou viver
Mas enquanto o tempo não roubar
Este sopro que do Pai brotou
Vou levar a vida a divagar
E amar como ninguém amou
Mas enquanto o tempo não roubar
Este sopro que do Pai brotou
Vou levar a vida a divagar
E amar como ninguém amou
Amistad Sencilla
Cá en la tarde me consume el dolor
Ya no ardes en mi pecho, Amor
Sé por qué todo este temor
Que me guía mientras de aquí no me vaya
Cá sentado ante el atardecer
Solo me agrada lo que no puedo ver
Sé que he de permanecer entonces
A tu lado, amigo, hasta morir
Cá frente a la inmensidad lloré
Por los pasos que nunca di
Y aquí perdido entre mis pasos sé
Que feliz nunca más seré
Dime entonces, ¿por qué vivo, dime?
¿Por qué sufro, dime qué hice?
¿Por qué late aún el corazón
Lacerado por la soledad?
Sé, sin embargo, que al partir
Otro amor, sé que tendrás
Otras manos en ti sentirás
Y en tus cuerdas siempre viviré
Pero mientras el tiempo no robe
Este aliento que del Padre brotó
Seguiré la vida divagando
Y amar como nadie amó
Pero mientras el tiempo no robe
Este aliento que del Padre brotó
Seguiré la vida divagando
Y amar como nadie amó
Escrita por: Mykel Max Teodoro