De História Em História
Solta uma seda, que eu conto uma história
De um menorzinho que acreditou num sonho
De uma família em busca da vitória
E de história em história, uma nova eu componho
Falo do truta que saiu do crime
Falo do mal que afeta o meu povo
Falo o que só quem vem de lá entende
Eu relato o que eu vi, eu sou meticuloso
Chutando as porta, eu e os meus irmão
Quero a vitória dos pobre e dos preto
Pouco pra nós não é superação
Assiste quieto os artista do gueto
Fizemos mais que uma revolução
Mudamo a mira do seu holofote
Hoje nós tem pra trocar de igual
Esse motivo que te deixa em choque
Então vai, joga na cara do boy
Não tem onde se esconder
Sei que pra quem não tá desse lado
Até escuta o que que eu falo
E só que não consegue entender
Joga na cara do boy
Não tem onde se esconder
Toda humilhação vai voltar com juros dobrado
O monstro que vocês criaram, vai cobrar você
Então vai, joga na cara do boy
Não tem onde se esconder
Sei que pra quem não tá desse lado
Até escuta o que que eu falo
E pensa: Vou fazer o que?
Vai, joga na cara do boy
Não tem onde se esconder
Toda humilhação vai voltar com juros dobrado
O monstro que vocês criaram, vai cobrar você
Então solta um isqueiro, que eu conto uma história
De um menorzinho que sempre foi tirado
De uma família que foi assaltada
Pelo imposto abusivo do Estado
Falo do truta que ingressou no crime
Porque não tinha comida no prato
Falo da droga que destrói o povo
E quem sorri é o ladrão do senado
Então, joga na cara do boy
Não tem onde se esconder
Sei que pra quem não tá desse lado
Até escuta o que que eu falo
E pensa: Vou fazer o que?
Vai, joga na cara do boy (então vai)
Não tem onde se esconder
Toda humilhação vai voltar com juros dobrado
O monstro que vocês criaram, vai cobrar você
Joga na cara do boy
Joga na cara do boy
De Historia En Historia
Enciende un cigarrillo, que te cuento una historia
De un chico que creyó en un sueño
De una familia en busca de la victoria
Y de historia en historia, una nueva compongo
Hablo del amigo que dejó atrás el crimen
Hablo del mal que afecta a mi gente
Digo lo que solo quienes vienen de allá entienden
Relato lo que vi, soy meticuloso
Dando patadas en las puertas, yo y mis hermanos
Quiero la victoria de los pobres y los negros
Poco para nosotros no es superación
Observa en silencio a los artistas del gueto
Hicimos más que una revolución
Cambiamos el enfoque de tu foco
Hoy tenemos para intercambiar de igual a igual
Esa razón que te deja en shock
Así que ve, dile en la cara al chico
No tiene dónde esconderse
Sé que para quien no está de este lado
Incluso escucha lo que digo
Y solo que no puede entender
Dile en la cara al chico
No tiene dónde esconderse
Toda humillación volverá con intereses duplicados
El monstruo que ustedes crearon, les cobrará
Así que ve, dile en la cara al chico
No tiene dónde esconderse
Sé que para quien no está de este lado
Incluso escucha lo que digo
Y piensa: ¿Qué voy a hacer?
Ve, dile en la cara al chico
No tiene dónde esconderse
Toda humillación volverá con intereses duplicados
El monstruo que ustedes crearon, les cobrará
Entonces enciende un encendedor, que te cuento una historia
De un chico que siempre fue marginado
De una familia que fue asaltada
Por el impuesto abusivo del Estado
Hablo del amigo que se metió en el crimen
Porque no tenía comida en el plato
Hablo de la droga que destruye al pueblo
Y quien sonríe es el ladrón del senado
Así que, dile en la cara al chico
No tiene dónde esconderse
Sé que para quien no está de este lado
Incluso escucha lo que digo
Y piensa: ¿Qué voy a hacer?
Ve, dile en la cara al chico (así que ve)
No tiene dónde esconderse
Toda humillación volverá con intereses duplicados
El monstruo que ustedes crearon, les cobrará
Dile en la cara al chico
Dile en la cara al chico