As Sete Colinas
Lutando contra a rotina do tabu
Na cidade do Zebu, prazer criança vudu
Indo atrás do sonho pra não morrer urubu
O caroço no angu desses belzebu de terno
Mas aí
Deixa eu ir
Que meu busão vai sair
Viajei as 7 colinas
Pelas janelas do vetor
Com as esperanças na mochila
Eu vou
Atrás do meu amor
Feia por dentro, mas por fora bela
As vezes cê gosta, as vezes cê detesta
Ela parece ser uma novela
Cheia de dramas, intrigas, te prende, olho na tela
Te domina como meta anfetamina
As vezes adrenalina, as vezes dopamina
Parece até mina de ouro, mas é só uma mina
Daquelas que você pisa e explode sua rotina
Minha retina vê pureza na sua natureza
Mas deve ser doença amar quem te despreza
Amor que dói é sequela, te sequestra
Oooh, vida ingrata essa
Não vivo sem, preciso da sua companhia
Tão fria e vazia, mas cheia de energia
Crescendo como um câncer, letargia
Ainda lembro quando você era só uma cidadezinha
Viajei as 7 colinas
Pelas janelas do vetor
Com as esperanças na mochila
Eu vou
Atrás do meu amor
Cidade madrasta me contou Marboy
Eu sozinho não vou ser super herói
Nem peito de aço nem mente
Pra lidar com essa gente, fria que nem sorvete
Outro dia me disseram, que meu problema era
Sonhar de mais, ser egoísta de menos
Eu pensei, oooh, eu pensei
Mas não quero ser assim mais ou menos
Se eu me render, vou me vender
E ser igual aqueles que eu disse que jamais iria ser
Mas proceder não é Nestlé
Uns e outros, ainda vão amargar pra ver
Esse céu bonito tem um preço, é tenso
Eu sei que muitos ficaram no meio, eu penso
De que adianta sua fé no terço
Se no peito só tem adereço
Viajei as 7 colinas
Pelas janelas do vetor
Com as esperanças na mochila
Eu vou
Atrás do meu amor
A cidade é grande, os homens são pequenininhos
Preocupados com o para choque, não com seus vizinhos
Vários tio patinhas mesquinhos
Lucrando com a desgraça dos que tão sozinhos
Entre cervejas, massas e maços
Minha paciência coitada, já foi pro espaço
Chama a Nasa e cancela a viagem
Não existe vida aqui Matt Damon, volta pra marte
Pé no asfalto quente é treta
Uns preferem pisar em cacos, outros em cabeças
Respirando fumaça antes que adoeça
Meus pulmões inspirados tossem letras (cof cof)
No ar cheiro de ódio, na mão cheia de óleo
Uma coxinha cheia de sódio, tanto tóxico
Que até freud chaparia, chapa ria
A cidade é uma piada, mas aqui nem o riso é de graça
É de histeria, é de histeria haha haha
Las Siete Colinas
Luchando contra la rutina del tabú
En la ciudad del Zebu, placer niño vudú
Persiguiendo el sueño para no morir buitre
El hueso en el guiso de estos belcebú de traje
Pero bueno
Déjame ir
Que mi bus va a salir
Viajé las 7 colinas
Por las ventanas del vector
Con las esperanzas en la mochila
Voy
Tras mi amor
Fea por dentro, pero por fuera bella
A veces te gusta, a veces te detesta
Ella parece ser una novela
Llena de dramas, intrigas, te atrapa, ojo en la pantalla
Te domina como meta anfetamina
A veces adrenalina, a veces dopamina
Parece una mina de oro, pero es solo una mina
De esas que pisas y explota tu rutina
Mi retina ve pureza en tu naturaleza
Pero debe ser enfermedad amar a quien te menosprecia
Amor que duele es secuela, te secuestra
Oh, vida ingrata esta
No vivo sin, necesito de tu compañía
Tan fría y vacía, pero llena de energía
Creciendo como un cáncer, letargia
Todavía recuerdo cuando eras solo un pueblito
Viajé las 7 colinas
Por las ventanas del vector
Con las esperanzas en la mochila
Voy
Tras mi amor
Ciudad madrastra me contó Marboy
Yo solo no seré un superhéroe
Ni pecho de acero ni mente
Para lidiar con esta gente, fría como helado
Otro día me dijeron, que mi problema era
Soñar demasiado, ser egoísta de menos
Pensé, oh, pensé
Pero no quiero ser así más o menos
Si me rindo, me vendo
Y ser igual a aquellos que dije que jamás sería
Pero proceder no es Nestlé
Unos y otros, aún van a amargar para ver
Este cielo bonito tiene un precio, es tenso
Sé que muchos se quedaron a mitad, pienso
De qué sirve tu fe en el rosario
Si en el pecho solo tienes adornos
Viajé las 7 colinas
Por las ventanas del vector
Con las esperanzas en la mochila
Voy
Tras mi amor
La ciudad es grande, los hombres son pequeñitos
Preocupados por el parachoques, no por sus vecinos
Varios Tío Patos mezquinos
Lucrando con la desgracia de los que están solos
Entre cervezas, pastas y paquetes
Mi paciencia, pobrecita, ya se fue al espacio
Llama a la NASA y cancela el viaje
No hay vida aquí Matt Damon, vuelve a Marte
Pie en el asfalto caliente es problema
Unos prefieren pisar vidrios, otros cabezas
Respirando humo antes de enfermar
Mis pulmones inspirados tosen letras (cof cof)
En el aire olor a odio, en la mano llena de aceite
Una empanada llena de sodio, tan tóxica
Que hasta Freud se sorprendería, se reiría
La ciudad es un chiste, pero aquí ni la risa es gratis
Es de histeria, es de histeria jaja jaja