Meu Ceará
Meu Ceará
Oh, Deus, perdoe este pobre coitado
Que de joelhos rezou um bocado
Pedindo pra chuva cair sem parar
Desculpe eu pedir a toda hora pra chegar o inverno
Desculpe eu pedir para acabar com o inferno
Que sempre queimou o meu Ceará
Sou mandacaru, enfrento a seca, sou pior que esses males
Sombra de juazeiro assombra eles nesse 8 mile
Mister m no mic, mente mágica em freestyle
Muda a modalidade, MC Miserávi, M.Charles (ow)
Rimo difícil e faço parecer fácil
Sai do edifício e pede ciço pra sair vivo do nosso cangaço
O que cês querem ver? (sangue)
Sangue preto não estanca em terra branca, igual lama de mangue
Paga de gangstar de corrente, chei de muganga
Sabe de nada, inocente
Sou cria da sapiranga
Suricate seboso vomita letra e ainda manga
Nordeste veste num é camiseta? Arregassem as mangas
Só fala água e merda, é muito cocô pro cocó
Quem dera ser um peixe morreu no próprio gogó
Tão nessa de ser melhor? Então tomem o meu pior
Eu sumi e voltei maior, pra ser eterno igual belchior
Amelinha e ednardo é o pessoal do Ceará
Sou cidadão instigado, e jamais pago pelo jabá
Cuspo fogo na terra e no ar, como um dragão do mar
Cada linha é extensa e lotada, mah, como o grande circular
Sua carreira é uma droga e é terminal igual ao papicu
Só fala em arma e vajota legal, mas só tem papo e cu
Caia no pirambu, cai tua máscara papangu
Em meio ao lixo musical, resisto igual jangurussu
Rap no mic, põe a mão pro ar (o meu Ceará)
O verso é livre como carcará (o meu Ceará)
Nordeste rima sem seu alvará (o meu Ceará)
O agreste vive e ninguém vai parar (o meu Ceará)
Rap no mic, põe a mão pro ar (o meu Ceará)
O verso é livre como carcará (o meu Ceará)
Nordeste rima sem seu alvará (o meu Ceará)
(Um dos melhor speed flow que cê ouviu vem do Ceará)
O boneco exótico de sotaque robótico
É tão foda que a cópia nem chega aos pés do protótipo
Imitar gringo num é ótimo? Estereótipo inóspito
Desconhecer teu estado é um atestado de óbito
Chapéu de palha? É lógico! Mágico de orós
Trapper trapalhão tiro de letra, igual rachel de queiroz
Tão chico quanto anísio, improviso o riso no algoz
Num tem biodiesel, a pata ativa a sextilha veloz
Rap novo virou o jogo, eu sou clássico em castelão
Tão sábio quanto o vovô, voraz igual o leão
Se rima é campeonato, jb6 é o campeão
Eterno lampião, e o rei de vocês se curva ao peão
Sem tablet e wi-fi, minha obra é mobral
Até Albert Einstein estudou minha sobra em sobral
Um gênio como ciswal, me enfrente se for o tal
Rap, repente, flowtal, trampo igual bacurau
Aí dento! Aqui é fortal
Não se ache macho só porque foi no ctn
Firma o espinhaço diacho pra ser MC na tn
Tua punch vai te punir, poesia é Maria da penha
Viviane sucuri na arena, é lei Maria da lenha
Sou lunga pra ignorante, já não tenho dom para tanta conversa
Não canta, resmunga, tá fora do tom cavalcante
E ainda acha que é bom à beça
Pense num grande encontro se junta uma ruma de cabeça dessa
Tu quer poesia, é com rapadura
Duvida? Pergunta para o Bráulio Bessa
Tu quer faz me rir? Eu ganho a vida, sou rico sorrindo tipo Tirullipa
Já que deputado é safado, por que que o palhaço é o tiririca?
Doquinha contra os coxinhas que servem carniças e oligarquias
Mando um caminhão de madeira maciça para as autarquias e as monarquias
Rap no mic, põe a mão pro ar (o meu Ceará)
O verso é livre como carcará (o meu Ceará)
Nordeste rima sem seu alvará (o meu Ceará)
O agreste vive e ninguém vai parar (o meu Ceará)
Rap no mic, põe a mão pro ar (o meu Ceará)
O verso é livre como carcará (o meu Ceará)
Nordeste rima sem seu alvará (o meu Ceará)
(Um dos melhor speed flow que cê ouviu vem do Ceará)
Itapipoca em verso e prosa, nordest side faz jus
De crato a crateus, de pacajus a viçosa
Outrora em timbaúba, em tianguá, ubajara
Pra granja de pau de arara, na estrada de carnaúba
De manibura eu vim, em lagoa seca eu sou residente
Conjunto palmeiras e novo oriente, maracanaú e acaracuzim, mondubim
Paracuru, bom jardim
A minha terra num é plana, é plena
E qualquer letra vai ficar pequena
Pois o meu amor por ti não vai ter fim
Rap no mic, põe a mão pro ar (o meu Ceará)
O verso é livre como carcará (o meu Ceará)
Nordeste rima sem seu alvará (o meu Ceará)
O agreste vive e ninguém vai parar (o meu Ceará)
Rap no mic, põe a mão pro ar (o meu Ceará)
O verso é livre como carcará (o meu Ceará)
Nordeste rima sem seu alvará (o meu Ceará)
(Um dos melhor speed flow que cê ouviu vem do Ceará)
Eu sou brasileiro, fio do nordeste
Sou cabra da peste, sou do Ceará
Mi Ceará
Mi Ceará
Oh, Dios, perdona a este pobre bastardo
Que de rodillas rezó un poco
Pedir que la lluvia caiga sin parar
Lo siento, pedí todo el tiempo para llegar el invierno
Siento haberte pedido que acabes con el infierno
Eso siempre quemó mi Ceará
Soy mandacaru, me enfrento a la sequía, soy peor que estos males
La sombra de Juazeiro los atormenta en esa milla
Mister m sin micrófono, mente mágica en estilo libre
Cambio de modo, MC Miserávi, M.Charles (ow)
Rima duro y lo hago parecer fácil
Sal del edificio y pídeme que salga de nuestro cangaço vivo
¿Qué quieres ver? (sangre)
La sangre negra no se estanca en la tierra blanca, como el barro de manglar
Pagado de cadena gangstar, chei de muganga
No sabes nada, inocente
Soy el engendro de la sapiranga
Meerkat Sebose vomita carta y todavía mango
¿El noreste lleva una camiseta? Enrollar sus mangas
Sólo habla de agua y basura, demasiada popó para popó
Ojalá fuera un pez muerto en su propio gogó
¿Tanto sobre ser mejor? Así que toma mi peor
Desaparecí y volví más grande, para ser eterno igual belchior
Amelinha y ednardo son el pueblo de Ceará
Soy un ciudadano instigado, y nunca pagué por el jabá
Escubo fuego en la tierra y en el aire, como un dragón marino
Cada línea es extensa y llena de gente, mah, como la gran circular
Tu carrera apesta y es terminal como papicu
Todo lo que hablas es arma y vajota genial, pero todo lo que tienes es hablar y culo
Caída en el pirambu, cae tu máscara papangu
En medio de la basura musical, me resisto como jangurussu
Rap en micrófono, poner la mano en el aire (mi Ceará)
El versículo es libre como carará (mi Ceará)
Rima noreste sin su licencia (mi Ceará)
El agreste vive y nadie se detendrá (mi Ceará)
Rap en micrófono, poner la mano en el aire (mi Ceará)
El versículo es libre como carará (mi Ceará)
Rima noreste sin su licencia (mi Ceará)
(Uno de los mejores flujos de velocidad que has oído viene de Ceará)
La muñeca de acento robótico exótico
Es tan malo que la copia ni siquiera llega a los pies del prototipo
¿Imitar un gringo no es genial? Estereotipo inhóspito
Inconsciente de su condición es un certificado de defunción
Un sombrero de paja? ¡Es lógico! Magia de oros
Trampero torpe carta de tiro, como Rachel de queiroz
Como chico como anisius, improviso la risa en el tormentor
Num tiene biodiesel, la pata activa el sextille rápido
Nuevo rap convirtió el juego, Soy clásico en castelaan
Tan sabio como el abuelo, voraz como el león
Si la rima es campeonato, jb6 es el campeón
Eterna linterna, y tu rey se dobla al peón
Sin tableta y wi-fi, mi trabajo es mobral
Incluso Albert Einstein estudió mis sobras en sobral
Un genio como Ciswal, enfréntate a mí si tú eres el único
Rap, de repente, flowtal, trabajo igual bacurau
¡Justo ahí! Aquí está fortal
No creas que eres machista sólo porque estabas en CTN
Firma el spinhaço diacho para ser MC en tn
Tu golpe te castigará, la poesía es María da peón
Viviane rama en la arena, es la ley Maria da leña
Soy lunga para ignorante, ya no tengo habilidad para hablar tanto
No cantes, gruñe, estás fuera del tono
Y sigues pensando que eres bastante bueno
Piensa en una gran cita si juntas una cabeza como esa
Si quieres poesía, es con rapadura
¿Duda? Pregunta formulada por Braulio Bessa
¿Quieres hacerme reír? Me gano la vida, soy rico sonriendo como Tirullipa
Ya que el congresista es un hombre travieso, ¿por qué el payaso es la tiririca?
Doquinha contra las coxinhas que sirven carroñeras y oligarquías
Envío un camión de madera maciza a las autoridades locales y a las monarquías
Rap en micrófono, poner la mano en el aire (mi Ceará)
El versículo es libre como carará (mi Ceará)
Rima noreste sin su licencia (mi Ceará)
El agreste vive y nadie se detendrá (mi Ceará)
Rap en micrófono, poner la mano en el aire (mi Ceará)
El versículo es libre como carará (mi Ceará)
Rima noreste sin su licencia (mi Ceará)
(Uno de los mejores flujos de velocidad que has oído viene de Ceará)
Itapipoca en verso y prosa, el lado más septentrional hace justicia
De cráter a cráteres, de pacajus a viçosa
Una vez en timbaúba, en tianguá, ubajara
A la granja de palos de guacamayo, en la carretera carnaúba
De mannipura vine, en laguna seca soy residente
Conjunto de palmeras y nuevo este, maracanaú y acaracuzim, mondubim
Paracuru, buen jardín
Mi tierra no es plana, está llena
Y cualquier carta será pequeña
Porque mi amor por ti nunca terminará
Rap en micrófono, poner la mano en el aire (mi Ceará)
El versículo es libre como carará (mi Ceará)
Rima noreste sin su licencia (mi Ceará)
El agreste vive y nadie se detendrá (mi Ceará)
Rap en micrófono, poner la mano en el aire (mi Ceará)
El versículo es libre como carará (mi Ceará)
Rima noreste sin su licencia (mi Ceará)
(Uno de los mejores flujos de velocidad que has oído viene de Ceará)
Soy Brasileño, alambre noreste
Soy una cabra plaga, soy de Ceará