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Sérgio Cabral, la cara de Río

Rogerinho

Sérgio Cabral, a Cara do Rio

Reduto de bamba, sou eu
A escola de samba, sou eu
Azul e branco é toda a cidade
Sérgio cabral um carioca de verdade

O amor
Bateu mais forte no meu peito
Não tem jeito é gamação
Sou a cara do rio

Em cavalcanti fui menino pé no chão
Minha infância querida
Doce lembrança que afaga a minha vida
Ecoa um canto de festa
Desperta a minha emoção
Com a bandeira cruzmaltina
E a linda musa que impulsiona a criação

Clareia, clareia, em cima da hora
Ô, ô, ô clareia
Essa vontade de escrever que me incendeia

Eu jornalista me fiz
Um eterno aprendiz carioca de fato
Um dia num lampejo de amor
Eu me vi compositor
Mangueira me mostrou o seu retrato
Quem luta faz opinião
Chegou a hora da justiça social
É pixinguinha, é elizete, é uma constelação
Glória à cultura nacional

Sérgio Cabral, la cara de Río

Fortaleza de Bamba, soy yo
La escuela de samba, soy yo
Azul y blanco es toda la ciudad
Sérgio cabral a real carioca

El amor
Golpéame más fuerte en el pecho
No hay manera de que sea gamation
Soy la cara del río

En cavalcanti yo era niño de pie en el suelo
Mi infancia querida
Dulce recuerdo que acaricia mi vida
Se hace eco de un rincón de fiesta
Despierta mi emoción
Con la bandera Cruzmaltina
Y la hermosa musa que impulsa la creación

Ilumina, aclara, en el último minuto
Oh, oh, oh, oh, oh
Este deseo de escribir que me prende fuego

Yo reportero me hice
Un aprendiz eterno de carioca
Un día en un destello de amor
Me vi a mí mismo compositor
Mangueira me mostró su retrato
Quién lucha hace una opinión
Ha llegado el momento de la justicia social
Es pixinguinha, es elizete, es una constelación
Gloria a la cultura nacional

Escrita por: Antônio Nick / Cláudio Russo / Paulo Cara Feia / Rogerinho