Paz na Comunidade
Vou falar pra vocês da minha periferia
O que acontece quase todos os dias
Pessoas brutalmente são assassinadas
Sem ter feito nada, não fizeram nada
Sem ter feito nada, não fizeram nada
Sem ter feito nada, não fizeram nada!
Até quem está na paz não esquece a guerra
Essa é a realidade de toda favela
De nossa favela, mano! De toda favela!
De todas as favelas, de nossa favela!
De qualquer favela! De toda favela, de nossa favela!
Se é na rua, em casa, ou na escola
Toda esquina que olho, olha o cheira cola!
Cheira cola! Tem um cheira cola
Olha o cheira cola
Tem um cheira cola
Tem um cheira cola!
Olha o cheira cola!
Tem um cheira cola!
O mano da favela tem que tá ligado
Ou então ele acaba num caixão trancado
É no caixão trancado, véi!
É no caixão trancado
É num caixão trancado, lôco
É num caixão trancado
Paz en la Comunidad
Voy a hablarles de mi barrio marginal
Lo que sucede casi todos los días
Personas brutalmente son asesinadas
Sin haber hecho nada, no hicieron nada
Sin haber hecho nada, no hicieron nada
Sin haber hecho nada, no hicieron nada!
Incluso aquellos en paz no olvidan la guerra
Esa es la realidad de toda la villa
De nuestra villa, ¡hermano! De toda la villa
De todas las villas, de nuestra villa
De cualquier villa! De toda la villa, de nuestra villa!
Ya sea en la calle, en casa o en la escuela
En cada esquina que miro, veo el pegamento
¡Pegamento! Hay un pegamento
Mira el pegamento
Hay un pegamento
Hay un pegamento
Mira el pegamento
Hay un pegamento!
El hermano de la villa tiene que estar atento
O de lo contrario termina en un ataúd cerrado
En el ataúd cerrado, viejo!
En el ataúd cerrado
En un ataúd cerrado, loco
En un ataúd cerrado
Escrita por: Erinaldo A. Silva / Laênio Duarte / Erivaldo A. Silva