Gabriela
Baião traga de volta a minha terra
O brilho da verdade que o amor não me revela
Meus olhos não conseguem enxergar esse presente
Tão doente, tão sofrido com falta de Gabriela.
Se ao menos chovesse pingos d'água em meu quintal
Pra se purificar o chão que escorre no meu peito
Talvez meu coração não ia lhe pedir socorro
Pra depois pedir de novo uma oração pro santo não.
[Refrão]
Quem é que pode dar um jeito permanente e decidir
Quem ajudar nessa dura solução
Estrada velha, cheia de buraco e pedra
Como é que eu vou fazer pra atravessar de encontro dela
Baião ando sofrendo de saudade
Não consigo dormir sem paz e sem felicidade
Em minha casa bate apenas resto da derrota
E não consigo abrir a porta pra sair da escuridão
Procuro há muito tempo a chave pra abrir seu peito
Prometo ser decente e demonstrar nenhum defeito
Mas deixo seu pedaço e morar no seu retrato
E não ser logo de fato a dor mata a solidão.
Repete [Refrão]
Gabriela
Baião trae de vuelta a mi tierra
El brillo de la verdad que el amor no me revela
Mis ojos no logran ver este regalo
Tan enfermo, tan sufrido por la falta de Gabriela.
Si al menos llovieran gotas de agua en mi patio
Para purificar el suelo que escurre en mi pecho
Tal vez mi corazón no te pediría ayuda
Para luego pedir de nuevo una oración al santo.
[Coro]
¿Quién puede encontrar una solución permanente y decidir
A quién ayudar en esta difícil situación?
Camino viejo, lleno de baches y piedras
¿Cómo haré para cruzar y encontrarme con ella?
Baião, sufro de nostalgia
No puedo dormir sin paz ni felicidad
En mi casa solo golpea el resto de la derrota
Y no logro abrir la puerta para salir de la oscuridad.
Llevo mucho tiempo buscando la llave para abrir tu pecho
Prometo ser decente y no mostrar ningún defecto
Pero dejo tu pedazo y vivo en tu retrato
Y no ser pronto la verdadera dolor mata la soledad.
Repite [Coro]
Escrita por: Thiago Dos Santos