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5 De Enero

Menino Prodígio

5 De Janeiro

Há um gosto amargo na garganta muda
E ausência de razão.
É o seu retrato -
De quem se jogou fora e não pediu perdão.

As minhas crenças se confundem sem você aqui.
O que foi que aconteceu?
Você traiu seu próprio amor
e machucou quem não o feriu,
E agora colhe o que deixou apodrecer...

Parece até o fim, porque o tempo o amarrou
E ainda espera ouvir um termo de compreensão.

Quis me encontrar e não
havia espaço pra sorrir,
Quis me lembrar do tempo
em que você estava aqui...

No futuro, eu não quero,
Sinceramente eu não sei se quero entender
Esse estado arbitrário
Em que você destrói as vidas
de quem lhe quer bem.
Três meninos guardados no armário, gritando:
"Pai pai, pai, pai, pai, pai!!
O que foi que aconteceu?"

5 De Enero

Hay un sabor amargo en la garganta callada
Y ausencia de razón.
Es tu retrato -
De quien se desechó y no pidió perdón.

Mis creencias se confunden sin ti aquí.
¿Qué pasó?
Traicionaste tu propio amor
y heriste a quien no te hirió,
Y ahora cosechas lo que dejaste pudrir...

Parece el fin, porque el tiempo lo ató
Y aún espera escuchar una palabra de comprensión.

Quise encontrarme y no
había espacio para sonreír,
Quise recordar el tiempo
en que estabas aquí...

En el futuro, no quiero,
Sinceramente no sé si quiero entender
Este estado arbitrario
En el que destruyes las vidas
de quienes te quieren bien.
Tres niños guardados en el armario, gritando:
'Papá, papá, papá, papá, papá!!
¿Qué pasó?

Escrita por: Ígio / Menino