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No Hagas Así

Mestre Marçal

Não Faz Assim

Para que insistir
Nessa triste novela
Ainda sou mais eu
Você já não é mais aquela

Para que insistir
Nessa triste novela
Ainda sou mais eu
Você já não é mais aquela

Não faz assim
Se não gostas de mim
Cada um pro seu lado
É melhor ver o fim
Que viver enganado
Nosso amor fracassou
Já foi lindo jardim
Hoje é flor que murchou
É pedra que rolou, é tiro de festim
É o mar que secou

E pra que insistir
Nessa triste novela
Ainda sou mais eu
Você já náo é mais aquela

Para que insistir
Nessa triste novela
Ainda sou mais eu
Você já não é mais aquela

Pessoa bonita e tão boa que me faz sonhar
Com a felicidade, que o amor de verdade nos dá
Eu dei tanto amor e você jogou pela janela
Se revelou para mim, uma falsa Cinderela

Não faz assim

Não faz assim
Se não gostas de mim
Cada um pro seu lado
É melhor ver o fim
Que viver enganado
Nosso amor fracassou
Já foi lindo jardim
Hoje é flor que murchou
É pedra que rolou, é tiro de festim
É o mar que secou

E pra que insistir
Nessa triste novela
Ainda sou mais eu
Você já náo é mais aquela

Para que insistir
Nessa triste novela
Ainda sou mais eu
Você já não é mais aquela

Poesia que me conduzia
A um mundo assim
Formidável, inexpugnável, louvável, enfim
Que no meu almanaque
Foi craque, destaque e foi bela
Pessoa de amores à toa
Não é mais aquela

Não faz assim

Não faz assim
Se não gostas de mim
Cada um pro seu lado
É melhor ver o fim
Que viver enganado
Nosso amor fracassou
Já foi lindo jardim
Hoje é flor que murchou
É pedra que rolou, é tiro de festim
É o mar que secou

E pra que insistir
Nessa triste novela
Ainda sou mais eu
Você já náo é mais aquela

Para que insistir
Nessa triste novela
Ainda sou mais eu
Você já não é mais aquela

No Hagas Así

¿Para qué insistir
En esta triste novela?
Aún soy más yo
Tú ya no eres más aquella.

¿Para qué insistir
En esta triste novela?
Aún soy más yo
Tú ya no eres más aquella.

No hagas así
Si no te gusto a ti.
Cada uno por su lado,
Es mejor ver el fin.
Que vivir engañado,
Nuestro amor fracasó.
Ya fue un lindo jardín,
Hoy es flor que marchitó,
Es piedra que rodó, es tiro de festín,
Es el mar que secó.

¿Y para qué insistir
En esta triste novela?
Aún soy más yo
Tú ya no eres más aquella.

¿Para qué insistir
En esta triste novela?
Aún soy más yo
Tú ya no eres más aquella.

Persona bonita y tan buena que me hace soñar
Con la felicidad, que el amor de verdad nos da.
Di tanto amor y tú lo tiraste por la ventana,
Te revelaste para mí, una falsa Cenicienta.

No hagas así.

No hagas así
Si no te gusto a ti.
Cada uno por su lado,
Es mejor ver el fin.
Que vivir engañado,
Nuestro amor fracasó.
Ya fue un lindo jardín,
Hoy es flor que marchitó,
Es piedra que rodó, es tiro de festín,
Es el mar que secó.

¿Y para qué insistir
En esta triste novela?
Aún soy más yo
Tú ya no eres más aquella.

¿Para qué insistir
En esta triste novela?
Aún soy más yo
Tú ya no eres más aquella.

Poesía que me conducía
A un mundo así,
Formidable, inexpugnable, loable, en fin.
Que en mi almanaque
Fue crack, destaque y fue bella.
Persona de amores a la ligera,
Ya no es más aquella.

No hagas así.

No hagas así
Si no te gusto a ti.
Cada uno por su lado,
Es mejor ver el fin.
Que vivir engañado,
Nuestro amor fracasó.
Ya fue un lindo jardín,
Hoy es flor que marchitó,
Es piedra que rodó, es tiro de festín,
Es el mar que secó.

¿Y para qué insistir
En esta triste novela?
Aún soy más yo
Tú ya no eres más aquella.

¿Para qué insistir
En esta triste novela?
Aún soy más yo
Tú ya no eres más aquella.

Escrita por: Arlindo Cruz, Franco, Luis Carlos da Vila