Mandingueiro
Ê mandinga
Ê mandingueiro
Eu subi e desci a ladeira passei no amparo no alto da sé
Joguei capoeira lá nos quatro cantos, subi a ribeira com Mestre Fefé
Ê mandinga
Ê mandingueiro
Eu joguei na praça do diário joguei no mercado de são José
No pátio do Carmo com mestre galvão nas rodas de rua com mestre teté
Ê mandinga
Ê mandingueiro
Joguei no morro da conceição
Em boa viagem também fui jogar
Joguei em prazeres com Paulo guiné, nelson da maçã também tava lá
Ê mandinga
Ê mandingueiro
Conheci um negro mandingueiro negro cantador igual ele não tinha
Era de São Paulo morou em olinda morreu na suiça foi mestre liminha
Ê mandinga
Ê mandingueiro
Olha eu sou capoeira não sou angola nem sou regional
Eu entro na roda olha quem me guia é o som do tambor e do berimbau
Ê mandinga
Ê mandingueiro
Mandingueiro
¡Ay, mandinga
¡Ay, mandingueiro!
Subí y bajé la colina, pasé por el amparo en lo alto de la catedral
Jugué capoeira en los cuatro rincones, subí la ribera con el Maestro Fefé
¡Ay, mandinga
¡Ay, mandingueiro!
Jugué en la plaza del diario, jugué en el mercado de San José
En el patio del Carmo con el Maestro Galvão, en las rodas de calle con el Maestro Teté
¡Ay, mandinga
¡Ay, mandingueiro!
Jugué en el morro de la concepción
En Boa Viagem también fui a jugar
Jugué en Praceres con Paulo Guiné, Nelson da Maçã también estaba allí
¡Ay, mandinga
¡Ay, mandingueiro!
Conocí a un negro mandingueiro, negro cantor como él no había
Era de São Paulo, vivió en Olinda, murió en Suiza, fue Maestro Liminha
¡Ay, mandinga
¡Ay, mandingueiro!
Mira, yo soy capoeira, no soy angola ni soy regional
Entro en la rueda, mira quién me guía, es el sonido del tambor y del berimbau
¡Ay, mandinga
¡Ay, mandingueiro!