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Una Canción y Dos Dedos de Vino

Millerusedboy

Uma Música e Dois Dedos de Vinho

Te ver passar e não poder te tocar
Te ver sorrir e não poder sentir
Te ver falar e não poder escutar
Te ver partir e não poder impedir

São coisas q ficam rondando minha cabeça
Como um embaralhado sem sentido de uma história
São como o desfazer das nuvens
Igual ao seu rosto em minha memória

Seu rosto em todas as partes surgindo
Escutar nossas musicas tocando num bar
Sentir meu coração se partindo
Sabendo q por aquela porta vc não vai entrar

Mais uma musica e dois dedos de vinho
Uma luz apagando iluminando minha profunda solidão
Mais uma vez seguindo meu velho caminho
E na areia,nossos nomes as ondas apagarão

Olhar ao espelho e não ver reflexo
Sentindo o vento frio em meu peito
Como acreditar num passado complexo
Acreditando apenas no q não foi feito

A ferrugem dos meus braços cansados
De carregar um grande peso de verdade
As marcas de meus dedos cortados
De tentar agarrar sonhos de felicidade

Mais uma musica e dois dedos de vinho
Uma luz apagando iluminando minha profunda solidão
Mais uma vez seguindo meu velho caminho
E na areia,nossos nomes as ondas apagarão

Te ver cansar e não poder te alcaçar
Te ver sumir e não ver vc surgir
Te ver recomeçar e não poder acompanhar
Te ver partir e não poder impedir

São coisas q ficam em meus pensamentos
Como uma musica com acordes desafinados
São como falsos momentos
Como pra sofrer ligeiramente destinados

Una Canción y Dos Dedos de Vino

Verte pasar y no poder tocarte
Verte sonreír y no poder sentir
Verte hablar y no poder escuchar
Verte partir y no poder evitar

Son cosas que rondan mi cabeza
Como un enredo sin sentido de una historia
Son como el deshacer de las nubes
Igual a tu rostro en mi memoria

Tu rostro apareciendo en todas partes
Escuchar nuestras canciones sonando en un bar
Sentir cómo se rompe mi corazón
Sabiendo que por esa puerta no entrarás

Otra canción y dos dedos de vino
Una luz que se apaga iluminando mi profunda soledad
Una vez más siguiendo mi viejo camino
Y en la arena, las olas borrarán nuestros nombres

Mirar al espejo y no ver reflejo
Sintiendo el viento frío en mi pecho
Cómo creer en un pasado complejo
Creyendo solo en lo que no se hizo

El óxido de mis brazos cansados
De cargar un gran peso de verdad
Las marcas de mis dedos cortados
De intentar alcanzar sueños de felicidad

Otra canción y dos dedos de vino
Una luz que se apaga iluminando mi profunda soledad
Una vez más siguiendo mi viejo camino
Y en la arena, las olas borrarán nuestros nombres

Verte cansarte y no poder alcanzarte
Verte desaparecer y no verte surgir
Verte recomenzar y no poder acompañar
Verte partir y no poder evitar

Son cosas que quedan en mis pensamientos
Como una canción con acordes desafinados
Son como falsos momentos
Como destinados a sufrir ligeramente

Escrita por: Miller Fernandes