Kryptonita
Adoraria significar tudo pra você
Saber que sem mim você não viveria
Ser a sua concepção de paraíso
Sua Manhattan, sua ilha no Pacífico
Só não consigo dominar seu interesse
Já fiz de tudo que estivesse ao meu alcance
Mas não existe o que lhe alce nesse transe
Meus poderes não funcionam em você
Por que é que comigo tem que ser sempre assim
Daquilo que eu preciso ninguém é a fim
Se ao menos eu parasse de tentar
Se eu conseguisse enxergar
Adoraria lhe fazer gozar
Saber que você me acha deslumbrante
E enfim quando chegasse esse instante
Eu gozaria também junto com você
Mas você não tem olhos para mim
E para mim também não dá ouvidos
O que dirá o resto do teu corpo
Muito menos então tua cabeça
Por que é que comigo tem que ser sempre assim
Daquilo que eu preciso ninguém é a fim
Se ao menos eu parasse de tentar
Se eu conseguisse enxergar
Por que você não mela por mim
Não rola no chão e baba por mim
Não se masturba por mim
Não me deseja enfim
Não perde o sono, não perde a calma
Não perde o controle e não sai da linha
Gostaria de te ter na minha mão
Te provocar uma certa insegurança
Mesmo assim não haveria risco
Não saberia te fazer sofrer
Estou falando e você está ouvindo
Ou ouve e finge que não é nem contigo
E ainda me abre o maior sorriso
E me pergunta: "E aí? Tudo bem?"
Por que é que comigo tem que ser sempre assim
Daquilo que eu preciso ninguém é a fim
Se ao menos eu parasse de tentar
Se eu conseguisse enxergar
Por que você não mela por mim
Não rola no chão e baba por mim
Não se masturba por mim
Não me deseja enfim
Não perde o sono, não perde a fome
Não revira os olhos e não faz beicinho
Por que você não mela por mim
Não rola no chão e baba por mim
Não se masturba por mim
Não me deseja enfim
Não perde o sono, não perde a calma
Não perde o controle e não sai da linha
Baba por mim (por mim)
Mela por mim (por mim)
Por mim (por mim)
Deseja enfim
(Não) o sono
(Não) a calma
(Não) controle, sai da linha
Baba por mim (por mim)
Por mim (por mim)
Por mim (por mim)
Deseja enfim
(Não) o sono
(Não) a fome
(Não) os olhos, faz beicinho
Kryptonita
Adoraría significar todo para ti
Saber que sin mí no vivirías
Ser tu concepción de paraíso
Tu Manhattan, tu isla en el Pacífico
Solo no logro dominar tu interés
He hecho todo lo que estaba a mi alcance
Pero no existe lo que te eleve en este trance
Mis poderes no funcionan en ti
¿Por qué tiene que ser siempre así conmigo?
De lo que necesito, nadie está interesado
Si al menos dejara de intentar
Si pudiera ver
Adoraría hacerte gozar
Saber que me encuentras deslumbrante
Y finalmente, cuando llegara ese momento
Yo también gozaría contigo
Pero no tienes ojos para mí
Y tampoco me prestas atención
Mucho menos el resto de tu cuerpo
Y mucho menos tu cabeza
¿Por qué tiene que ser siempre así conmigo?
De lo que necesito, nadie está interesado
Si al menos dejara de intentar
Si pudiera ver
¿Por qué no te derrites por mí?
No te arrastras por el suelo y babeas por mí
No te masturbas por mí
No me deseas al fin
No pierdes el sueño, no pierdes la calma
No pierdes el control y no te sales de la línea
Me gustaría tenerte en mi mano
Provocarte cierta inseguridad
Aun así, no habría riesgo
No sabría hacerte sufrir
Estoy hablando y tú estás escuchando
O escuchas y finges que no es contigo
Y aún así me sonríes ampliamente
Y me preguntas: '¿Qué tal?'
¿Por qué tiene que ser siempre así conmigo?
De lo que necesito, nadie está interesado
Si al menos dejara de intentar
Si pudiera ver
¿Por qué no te derrites por mí?
No te arrastras por el suelo y babeas por mí
No te masturbas por mí
No me deseas al fin
No pierdes el sueño, no pierdes el hambre
No revuelves los ojos y no haces pucheros
¿Por qué no te derrites por mí?
No te arrastras por el suelo y babeas por mí
No te masturbas por mí
No me deseas al fin
No pierdes el sueño, no pierdes la calma
No pierdes el control y no te sales de la línea
Babeas por mí (por mí)
Te derrites por mí (por mí)
Por mí (por mí)
Me deseas al fin
(No) el sueño
(No) la calma
(No) control, te sales de la línea
Babeas por mí (por mí)
Por mí (por mí)
Por mí (por mí)
Me deseas al fin
(No) el sueño
(No) el hambre
(No) los ojos, haces pucheros