Achego
Não me faz cena, China morena
Tu não tens pena de quem te quer bem
Pega o compasso
Vem pro meu braço que tem espaço pra ti também
Repensa um pouco, que eu não sou louco
De fazer pouco, de ti meu bem
Quero um pouquinho do teu carinho
Viver sozinho não me convém
Mas se te achicas, perdes carreiras
Na polvadeira tu vais ficar
Por isso peço, ouve o meu verso
Sou réu confesso por ti amar
Olha o apego deste aconchego
No meu pelego há lugar pra nós dois
Me dá um alento, que eu não me aguento
Deixe o lamento para depois
Não há receio, me bota o freio
Que eu tanto anseio os carinhos teus
Mais vale o freio do teu carinho
Do que o espinho triste do adeus
Apego
No hagas escenas, China morena
No tienes compasión de quien te quiere bien
Toma el compás
Ven a mi brazo que hay espacio para ti también
Reconsidera un poco, que no estoy loco
En menospreciarte, mi amor
Quiero un poquito de tu cariño
Vivir solo no me conviene
Pero si te achicas, pierdes carreras
En la polvareda te quedarás
Por eso te pido, escucha mi verso
Soy culpable confeso de amarte
Mira el apego de este abrazo
En mi abrigo hay lugar para los dos
Dame un aliento, que no aguanto
Deja el lamento para después
No hay temor, ponme el freno
Que tanto anhelo tus caricias
Más vale el freno de tu cariño
Que la triste espina del adiós
Escrita por: Nenito Sarturi / milton sica