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Mi deseo

MORADA

Meu Querer

Eu ouço do céu o som da tua voz
A quem enviarei, quem há de ir por nós!

Quem há de ser minha voz
Quem há de ser os meus pés
Quem há de ser minhas mãos a tocar essa geração

Eu ouço do céu o som da tua voz
A quem enviarei, quem há de ir por nós!

Eu ouço do céu o som da tua voz
A quem enviarei, quem há de ir por nós!

Sim eu serei tua voz
Sim eu serei os teus pés
Sim eu serei tuas mãos a tocar essa geração

Eu me comprometo
Me comprometo a fazer do teu querer, o meu querer
Quero que o seu vento me faça chegar aos lugares
Onde se encontram todos os mesmos motivos
Que te fizeram ultrapassar a morte
As pedras não clamarão
Os oprimidos já clamaram e isso basta pro seu coração
Quero unir a minha voz á deles
Quando a angústia sufocar a liberdade
Ninguém falará em meu lugar
E ainda que o pecado ameace bradar
Quero ter a força de quem foi
Alimentado pelo pão da tua vontade
Para que o revide soe eternamente
As minhas obras
Que sejam elas as que o amor me delegou
Que o suor derramado
No caminho do semeador evapore a ti
Com o calor do Sol da justiça
E que o sangue dos acusados no passado
E justificados para todo sempre
Escreva na terra todos os verbos
Que o amor criou para expressar a vida

Sim eu serei tua voz
Sim eu serei os teus pés
Sim eu serei tuas mãos a tocar essa geração

Mi deseo

Escucho el sonido de tu voz desde el cielo
¡A quién enviaré, quién irá por nosotros!

¿Quién será mi voz?
¿Quiénes serán mis pies?
¿Quiénes serán mis manos para tocar a esta generación?

Escucho el sonido de tu voz desde el cielo
¡A quién enviaré, quién irá por nosotros!

Escucho el sonido de tu voz desde el cielo
¡A quién enviaré, quién irá por nosotros!

Sí, seré tu voz
Sí, seré tus pies
Sí, seré tus manos para tocar a esta generación

Me comprometo
Me comprometo a hacer de tu querer mi querer
Quiero que tu viento me haga llegar a lugares
Donde se encuentran las mismas razones
que te hizo superar la muerte
Las piedras no gritarán
Los oprimidos ya han clamado y eso le basta a tu corazón
Quiero unir mi voz a la de ellos
Cuando la angustia sofoca la libertad
Nadie hablará en mi lugar
Y aunque el pecado amenaza con gritar
Quiero tener la fuerza de quien fui
Alimentado por el pan de tu voluntad
Para que el desquite suene eternamente
Mis trabajos
Que sean ellos los que me deleguen el amor
que el sudor derramado
En el camino del sembrador te evaporas
Con el calor del sol de justicia
Y que la sangre de los acusados en el pasado
Y justificado por los siglos de los siglos
Escribe todos los verbos en el suelo
Ese amor creado para expresar la vida

Sí, seré tu voz
Sí, seré tus pies
Sí, seré tus manos para tocar a esta generación

Escrita por: Brunão