Voz Sussurrada e Crescente
Eu fui quebrado, eu fui traído
Fui lançado ao chão, sem mais abrigo
Mas nas sombras, forjei meu grito
Minha dor virou aço, meu ódio é infinito!
Chamas me moldaram, a dor me ensinou
O que não me matou, me incendiou!
Nas cinzas eu ressurgi
Mais forte do que antes, ninguém vai me impedir
Com olhos de guerra, com sangue a ferver
Eu sou o trovão que veio pra vencer!
Nas cinzas eu ressurgi
A verdade arde como corrente
Na mentira do fraco, eu sou o diferente
Não temo o abismo, pois vim de lá
E trouxe o inferno pra te queimar!
A dor me esculpiu como lâmina em fogo
Agora sou livre
Agora sou o jogo!
Nas cinzas eu ressurgi
Mais forte do que antes, ninguém vai me impedir
Com olhos de guerra, com sangue a ferver
Eu sou o trovão que veio pra vencer!
Grite comigo!
(O mundo vai cair!)
Mas eu vou subir!
(Com gritos de guerra!)
Só os fortes vão ouvir!
Nas cinzas eu ressurgi
Minhas correntes viraram espadas, meu medo fugiu de mim!
Eu sou a tempestade, a fúria do fim
E ninguém
Vai me calar!
Voz Susurrante y Creciente
Fui quebrado, fui traicionado
Me lanzaron al suelo, sin más abrigo
Pero en las sombras, forjé mi grito
Mi dolor se volvió acero, ¡mi odio es infinito!
Las llamas me moldearon, el dolor me enseñó
Lo que no me mató, ¡me incendió!
De las cenizas resurgí
Más fuerte que antes, nadie me va a detener
Con ojos de guerra, con sangre a hervir
¡Soy el trueno que vino a vencer!
De las cenizas resurgí
La verdad arde como corriente
En la mentira del débil, soy el diferente
No temo al abismo, porque vengo de allí
¡Y traje el infierno para quemarte a ti!
El dolor me esculpió como hoja en fuego
Ahora soy libre
¡Ahora soy el juego!
De las cenizas resurgí
Más fuerte que antes, nadie me va a detener
Con ojos de guerra, con sangre a hervir
¡Soy el trueno que vino a vencer!
¡Grita conmigo!
(¡El mundo va a caer!)
¡Pero yo voy a subir!
(¡Con gritos de guerra!)
¡Solo los fuertes van a escuchar!
De las cenizas resurgí
Mis cadenas se convirtieron en espadas, ¡mi miedo huyó de mí!
Soy la tormenta, la furia del fin
¡Y nadie
Me va a callar!
Escrita por: Moisés da Vitória Ribeiro