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Cuento de la fantasía

Monograma

Conto do faz de conta

Faz de conta que amanheceu,
quem não dirá que é dia claro?
Quem não vê é porque não sentiu
Deixa de lado o que é amargo.

Faz de conta por que não sentiu,
quem não dirá que é amargo?
Quem não vê que já amanheceu
Deixa de lado o dia claro.

E quem prezou por nós,
E deu-te guarda-sol para não queimar o amor?
Me diz se nos convém
Deixar a paz na mão de quem?
Porque "quem" não é ninguém
E "ninguém" é aquele "quem" que nada faz.

Diz pra Deus que vou estar aqui
Enquanto você for o que eu precisar
Diz ao sol que pode se esconder
Que não precisa luz pra eu te ver.

Cuento de la fantasía

Finge que amaneció,
quién no dirá que es día claro?
Quién no ve es porque no sintió
Deja de lado lo amargo.

Finge por qué no sintió,
quién no dirá que es amargo?
Quién no ve que ya amaneció
Deja de lado el día claro.

Y quién cuidó de nosotros,
y te dio sombrilla para no quemar el amor?
Dime si nos conviene
Dejar la paz en manos de quién?
Porque 'quién' no es nadie
Y 'nadie' es aquel 'quién' que nada hace.

Dile a Dios que estaré aquí
Mientras tú seas lo que necesito
Dile al sol que puede esconderse
Que no necesita luz para verte.

Escrita por: Guilherme Lopes / Leonardo Eugênio