Sonho Comum
Um teto branco antes de fechar os olhos
Pode servir de tela para o que vou sonhar
Inevitável ir de encontro ao que passou
Durante o dia mais o que nunca vou lembrar
Pós-operatório, caminhada, mãos
Seus pés quero tocar
Reis, vitórias, antena das seis, das oito
Ou se informar!
Não...
Não quero mais acordar sem saber o que foi
Que aconteceu com aquela ruiva do seu querer
Um trocadilho: belos seios pra depois
Insanidade ao escrever o que não mais sei
Sonho
Seus sonhos dizem não
Sonho seus sonhos sem sua permissão
Como sonhos que não queremos não!
Inevitável ser a tela pra quem lembrar
Daquela ruiva, cujo os seios nunca passei
Sabendo, ao acordar, durante o dia caminhar
Insanidade pra escrever o que ainda não sei
Sueño Común
Un techo blanco antes de cerrar los ojos
Puede servir de lienzo para lo que voy a soñar
Inevitable encontrarse con lo que pasó
Durante el día más lo que nunca voy a recordar
Postoperatorio, caminata, manos
Quiero tocar tus pies
Reyes, victorias, antena de las seis, de las ocho
O informarse
¡No!
No quiero despertar sin saber qué fue
Lo que pasó con aquella pelirroja de tu deseo
Un juego de palabras: hermosos senos para después
Insanidad al escribir lo que ya no sé
Sueño
Tus sueños dicen no
Sueño tus sueños sin tu permiso
¡Como sueños que no queremos no!
Inevitable ser el lienzo para quien recuerde
A aquella pelirroja, cuyos senos nunca toqué
Sabiendo, al despertar, durante el día caminar
Insanidad al escribir lo que aún no sé
Escrita por: Duca Mendes / Gnomo