Nega maluca
NEGA MALUCA -1997 -
( MU CHEBABI / CÉSAR CARDOSO )
Participação Especial - Aquarela Carioca
Vou te contar uma estória, nego,
sabe de nada, nego, sabe de nada,
Eu conheci uma mulher, meu irmão,
que que é aquilo ?!
Fiz um telecurso
Trabalhei de Office-Boy
Comprei um conjugado
E fui morar em Niteróy
Então ela pulou o basculhante
Do banheiro da minh'alma
''Misculhambou"
Minha vidinha virou uma sauna
Ah, Nega Maluca
Passa as madrugas
Cafungando Sal de Frutas
Sabe de nada !
Entrava no meu emprego
Mostrando o rêgo, de bíquini,
No "maior sossego",
Nêgo sabe...
Sabe de nada !
Pegou dinheiro
Com o porteiro, do meu prédio,
Em meu nome '
E em nome da "Campanha da fome"
Sabe de nada !
Chegou em casa num Opala
Com um presunto e duas armas
Jurando que achou na rua, nêgo !
Sabe de nada
Eu fui dar parte e fiquei preso
Ela era caso do delega, da delega
Do delega da delega
Não era o caso ...
Sabe de nada
agora anda "devagar",
Parou com tudo,
Quer dizer, parou com tudo, não !
É minha patroa ,
Tá comendo bem,
Malhando e "coisa e tal",
"Rapá'' a mulher tá ficando boa !
Da essência do meu sêr
Ela fêz loção de barba
Da minha grande aspiração
Ela não deixou nem rapa
Com um fio dental
Tentou me enforcar num telecatch
" Misculhambou"
Minha vidinha virou um scketh
Ah, Nêga Maluca
Passa as madrugas
Cafungando Sal de Frutas
Sabe de nada, nêgo
Sabe de nada, nêgo
Parô.
arranjo - paulo muylaert
vocal - elaine guedes /alza helena
Loca negra
LOCA NEGRA -1997 -
( MU CHEBABI / CÉSAR CARDOSO )
Participación Especial - Aquarela Carioca
Voy a contarte una historia, negro,
sabe de nada, negro, sabe de nada,
Conocí a una mujer, hermano mío,
¿qué es eso ?!
Tomé un curso acelerado
Trabajé de mensajero
Compré un apartamento pequeño
Y fui a vivir a Niterói
Entonces ella saltó por la ventana
Del baño de mi alma
''Revuelta''
Mi vida se convirtió en una sauna
Ah, Loca Negra
Pasa las madrugadas
Oliendo Sal de Frutas
¡No sabe nada!
Entraba en mi trabajo
Mostrando el trasero, en bikini,
Con toda tranquilidad,
Negro sabe...
¡No sabe nada!
Tomó dinero
Del portero de mi edificio,
En mi nombre
Y en nombre de la 'Campaña del hambre'
¡No sabe nada!
Llegó a casa en un Opala
Con un jamón y dos armas
Jurando que los encontró en la calle, ¡negro!
¡No sabe nada!
Fui a denunciarla y quedé preso
Ella era asunto del delegado, del delegado
Del delegado del delegado
No era el caso...
¡No sabe nada!
ahora anda 'despacio',
Lo dejó todo,
Quiero decir, ¡no lo dejó todo!
Es mi esposa,
Está comiendo bien,
Haciendo ejercicio y 'cosas así',
¡Hombre, la mujer se está poniendo buena!
De la esencia de mi ser
Ella hizo loción de afeitar
De mi gran aspiración
Ella no dejó ni rastro
Con un hilo dental
Intentó ahorcarme en un telecatch
''Revuelta''
Mi vida se convirtió en un sketch
Ah, Loca Negra
Pasa las madrugadas
Oliendo Sal de Frutas
¡No sabe nada, negro!
¡No sabe nada, negro!
Se acabó.
arreglo - paulo muylaert
vocal - elaine guedes /alza helena
Escrita por: Mu Chebabi, César Cardoso