Caroços de Cupuaçú
Eu já me cansei de estar roubando
A biodiversidade dos demais
Sei que a borracha foi primeiro
e da Malásia ela nunca voltou
Penso que é tarde pra falar
Penso que é inútil implorar
Pois é impossível perdoar
Refrão:
Quem sabe fui eu que exportei
os caroços de Cupuaçú encontrados no Japão
Quem sabe ao ouvir tua voz
os sonhos de patente retornarão à nação
Hoje eu olhei pra sentinela
na esperança de te ver voltar
mas sinto que não haverá manhã
Se a Pucca não estiver em nosso olhar
Já não há o que perguntar
Já não há razão pra imaginar
Que é possível perdoar
Refrão:
Quem sabe fui eu que exportei
os caroços de Cupuaçú encontrados no Japão
Quem sabe ao ouvir tua voz
os sonhos de patente retornarão à nação...
Semillas de Cupuaçú
Ya me cansé de robar
La biodiversidad de los demás
Sé que el caucho fue primero
Y de Malasia nunca regresó
Creo que es tarde para hablar
Creo que es inútil rogar
Porque es imposible perdonar
Coro:
Quizás fui yo quien exportó
las semillas de Cupuaçú encontradas en Japón
Quizás al escuchar tu voz
los sueños de patente regresarán a la nación
Hoy miré al centinela
con la esperanza de verte regresar
pero siento que no habrá mañana
Si Pucca no está en nuestra mirada
Ya no hay nada que preguntar
Ya no hay razón para imaginar
Que es posible perdonar
Coro:
Quizás fui yo quien exportó
las semillas de Cupuaçú encontradas en Japón
Quizás al escuchar tu voz
los sueños de patente regresarán a la nación...