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Contra el óxido

Mundo Parabólico

Contra Ferrugem

Faz o que bem entender
Não, eu não vou mais lhe enganar
Eu que já tentei falhei sangrei gritei errei
Já não aguento mais
Fingir estar feliz
Por favor, não mencione mais o meu nome ou do contrário nao vai me esquecer
Por favor, não venha mais aqui na minha rua ou assim vou te amar pra sempre
e nunca mais vou te esquecer...
Eu quis lhe dizer, você não quis ouvir...
Agora a gente assim,
muito pouco por fora e por dentro nada
Será que você ainda consegue me ouvir?
Eu não consegui ser
de novo o ser tão apaixonado e de mão trêmulas por que talvez o tempo traga vergonha...
Mas afinal, não somos mesmo uma história procurando o fim?

Eu nem lhe falei do chuvisco, babe
Mas nem sempre o que é chuva mata
Foi-se o tempo, a tempestade e
Foi-se então você, a flor, a vida, o sol
A sorte, o sorriso, o amor...

Enquanto houver na tua boca o mesmo baton e no teu corpo o mesmo perfume
Eu ainda vou sonhar com você
Por favor, não use os cabelos do jeito que você usava
da última vez em que te vi...
E era o meu fim!!!

Eu quis lhe dizer, você não quis ouvir...
Agora a gente assim,
muito pouco por fora e por dentro nada
Será que você ainda consegue me ouvir?
Eu não consegui ser
de novo o ser tão apaixonado e de mão trêmulas por que talvez o tempo traga vergonha...
Mas afinal, não somos mesmo uma história procurando o fim?

Contra el óxido

Haz lo que quieras
No, ya no te voy a engañar
Yo que intenté, fallé, sangré, grité, erré
Ya no aguanto más
Fingir estar feliz
Por favor, no menciones más mi nombre o de lo contrario no me olvidarás
Por favor, no vengas más por mi calle o así te amaré por siempre
Y nunca más te olvidaré...
Quise decirte, tú no quisiste escuchar...
Ahora estamos así,
muy poco por fuera y por dentro nada
¿Todavía puedes escucharme?
No pude ser
nuevamente el ser tan apasionado y de manos temblorosas porque tal vez el tiempo traiga vergüenza...
Pero al final, ¿no somos acaso una historia buscando el final?

Ni siquiera te hablé de la llovizna, nena
Pero no siempre lo que es lluvia mata
Se fue el tiempo, la tormenta y
Se fue entonces tú, la flor, la vida, el sol
La suerte, la sonrisa, el amor...

Mientras haya en tu boca el mismo labial y en tu cuerpo el mismo perfume
Seguiré soñando contigo
Por favor, no uses el cabello como solías
la última vez que te vi...
¡Y era mi fin!!!

Quise decirte, tú no quisiste escuchar...
Ahora estamos así,
muy poco por fuera y por dentro nada
¿Todavía puedes escucharme?
No pude ser
nuevamente el ser tan apasionado y de manos temblorosas porque tal vez el tiempo traiga vergüenza...
Pero al final, ¿no somos acaso una historia buscando el final?

Escrita por: Bart Jr