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Navegantes

MundoverdE

Navegantes

Eu queria lhe falar sobre a altura e imensidão do mar
E a nuvem que sai das chaminés vista de algum lugar
Mas não faz mal, eu continuo a remar
Tenho visto algumas aves sobrevoando este local e
As ilhas distantes do final

Sobrevoando o horizonte lá ela está
Me obsservando de longe, pensando sem parar
Flutuando entre o infinito e o morbido lar
Doce lar que já não assegura meu bem estar
Ela chora... e eu sei que ela chora

Não queria lhe contar, mas sou obrigado à lidar
Com as consequências sem mesmo ter feito
Mas lamento lhe falar que as luas vão mudar
E minhas ideias já fluem em um clima rarefeito

E sobre as nuvens ...
De fumaça que saem das chaminés
Vejo simples desenhos que dançam sob os pés
Do sol que tende à sumir...devagar

Queria lhe contar o que me aflige,
o que me corrige e o que nem existe
queria fugir do que se exige,
do que se aplique às formas de fuligem...
Mas as buscas pelo que se atinge na perfeição
somem da visão de algo perfeito.

Eu tenho em meus bolsos, a cura para sua dor.
Vou te mostrar em minhas mãos
Eu sou o filho dos filhos do filho da mãe natureza
Sou o seu amor,
o seu calor e sua vida deprimida
Extraída do interior da ferida
provocada pelo jovem apelo natural e mortal.

Por isso que tudo que já não posso opinar
Sobre algo que acabou de acabar
Sobre o meio que nem começou e as
Portas fechadas quão pontes rolantes
Andantes como eu e você
Somos apenas ilhas...

Navegantes

Quería hablarte sobre la altura y la inmensidad del mar
Y la nube que sale de las chimeneas vista desde algún lugar
Pero no importa, sigo remando
He visto algunas aves sobrevolando este lugar
Y las islas distantes del final

Sobrevolando el horizonte allí está ella
Observándome desde lejos, pensando sin parar
Flotando entre el infinito y el hogar lúgubre
Dulce hogar que ya no asegura mi bienestar
Ella llora... y sé que llora

No quería contarte, pero estoy obligado a lidiar
Con las consecuencias sin siquiera haberlas causado
Pero lamento decirte que las lunas van a cambiar
Y mis ideas ya fluyen en un clima enrarecido

Y sobre las nubes...
De humo que sale de las chimeneas
Veo simples dibujos que bailan bajo los pies
Del sol que tiende a desaparecer... lentamente

Quería contarte lo que me aflige,
lo que me corrige y lo que ni siquiera existe
Quería huir de lo que se exige,
de lo que se aplica a las formas de hollín...
Pero las búsquedas por lo que se alcanza en la perfección
desaparecen de la visión de algo perfecto.

Tengo en mis bolsillos la cura para tu dolor.
Te mostraré en mis manos
Soy el hijo de los hijos del hijo de la madre naturaleza
Soy tu amor,
tu calor y tu vida deprimida
Extraída del interior de la herida
provocada por el joven llamado natural y mortal.

Por eso ya no puedo opinar
Sobre algo que acaba de terminar
Sobre el medio que ni siquiera comenzó y las
Puertas cerradas como puentes rodantes
Navegantes como tú y yo
Solo somos islas...

Escrita por: Jony / MÁRLON