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Rasgar el cielo

Bernardo do Espinhaço

Rasgue o Céu

Rasgue o céu que der
Seja do Marins
Aos fins do Itaguaré
Ou
Onde os 3 estados são
E a Serra Fina afina a crista
E engrossa o que há no coração

Rasgue o Marumbi
Onde o montanhismo tupiniquim
Insistiu para existir
Ou vá Petro-Terê
Dome as Chapadas
E as lágrimas
Que o Roraima te ensinar a ter

Rasgue os cânions do Sul
A Canastra, Agulhas-Negras
Bandeira e vá ao Baú
E rasgue todo o sertão
Pras mil e tantas do Espinhaço
Nem 7 vidas te bastarão
Ser bem mais chão
Pro céu se assumir
Ao subir

Rasgar el cielo

Arrancar el cielo se puede
Sé de los Marins
Hasta el final de Itaguaré
O
Donde están los 3 estados
Y la Serra Fina adelgaza la cresta
Y espesa lo que hay en el corazón

Rasgar a los Marumbi
Donde el montañismo tupiniquin
Insistió en existir
O vete Petro-Terê
Cúpula de las Piedras
Y las lágrimas
Que Roraima te enseñe a tener

Rasgar los cañones del sur
Canastra, Agujas Negras
Marcar e ir al cofre
Y rasgar todo el bosque trasero
A los mil y tantos de los Spinhaço
No te bastarán siete vidas
Sé mucho más terreno
Al cielo para salir
Al subir

Escrita por: Bernardo Do Espinhaço